Ecclesiasticus 29
123456789101112131415161718192021222324252627282930313233343536373839404142434445464748495051
Gen
Ex
Lv
Nm
Deut
Ios
Iudc
Ruth
1 Re
2 Re
3 Re
4 Re
1 Par
2 Par
Esd
Neh
Tob
Iudt
Esth
1 Mach
2 Mach
Iob
Ps
Prov
Eccle
Cant
Sap
Eccli
Isa
Ier
Lam
Bar
Ez
Dan
Os
Ioel
Am
Abd
Ion
Mi
Nah
Hab
Soph
Agg
Zach
Mal
Mt
Mc
Lc
Io
Act
Rom
1Cor
2Cor
Gal
Eph
Phil
Col
1 Thess
2 Thess
1 Tim
2 Tim
Tit
Philem
Hebr
Iac
1 Pt
2 Pt
1 Io
2 Io
3 Io
Iud
Apoc
Confronta con un'altra Bibbia
Cambia Bibbia
| VULGATA | Biblia Matos Soares |
|---|---|
| 1 Qui facit misericordiam f?neratur proximo suo : et qui prævalet manu mandata servat. | 1 Aquele que usa de misericórdia, empresta a juro ao seu próximo: aquele que tem a mão generosa, guarda os mandamentos. |
| 2 F?nerare proximo tuo in tempore necessitatis illius : et iterum redde proximo in tempore suo. | 2 Cumpre a tua palavra, e trata lealmente com ele. e em todo o tempo acharás o que te é necessário. |
| 3 Confirma verbum, et fideliter age cum illo : et in omni tempore invenies quod tibi necessarium est. | 3 Muitos consideram o que se lhes emprestou como um achado, e causam desgosto àqueles que o ajudaram. |
| 4 Multi quasi inventionem æstimaverunt f?nus, et præstiterunt molestiam his qui se adjuverunt. | 4 Beijara as mãos do que lhes empresta até que tenham recebido, e com voz humilde fazem (grandes) promessas; |
| 5 Donec accipiant, osculantur manus dantis, et in promissionibus humiliant vocem suam : | 5 porém, chegando o prazo de pagar a dívida, pedem espera. dizem palavras de enfado e de murmuração, e desculpam-se com o tempo (dizendo que a rida está difícil). |
| 6 et in tempore redditionis postulabit tempus, et loquetur verba tædii et murmurationum, et tempus causabitur. | 6 porém, chegando o prazo de pagar a dívida, pedem espera, dizem palavras de enfado e de murmuração, e desculpam-se com o tempo (dizendo que a rida está difícil). |
| 7 Si autem potuerit reddere, adversabitur : solidi vix reddet dimidium, et computabit illud quasi inventionem : | 7 Ainda que possam pagar, porão dificuldades, depois darão dificilmente metade do capital, e dirão que se deve considerar isso como uma coisa achada. |
| 8 sin autem, fraudabit illum pecunia sua, et possidebit illum inimicum gratis : | 8 Se não (podem pagar), privam o credor do seu dinheiro, e, sem causa alguma, o ficarão tendo por inimigo; |
| 9 et convitia et maledicta reddet illi, et pro honore et beneficio reddet illi contumeliam. | 9 pagar-lhe-ão com injúrias e maldições, e, à mercê e beneficio recebidos, corresponderão com ultrajes. |
| 10 Multi non causa nequitiæ non f?nerati sunt, sed fraudari gratis timuerunt. | 10 Muitos deixam de emprestar, não por desumanidade, mas porque temem ser defraudados sem o merecerem. |
| 11 Verumtamen super humilem animo fortior esto, et pro eleemosyna non trahas illum. | 11 Apesar de tudo isto, sê magnânimo com o miserável e não o faças esperar pela esmola. |
| 12 Propter mandatum assume pauperem, et propter inopiam ejus ne dimittas eum vacuum. | 12 Por causa do mandamento acode ao pobre, e não o deixes ir com as mãos vazias na sua indigência. |
| 13 Perde pecuniam propter fratrem et amicum tuum, et non abscondas illam sub lapide in perditionem. | 13 Perde o teu dinheiro por amor do teu irmão e do teu amigo, e não o escondas debaixo duma pedra para ficar perdido. |
| 14 Pone thesaurum tuum in præceptis Altissimi, et proderit tibi magis quam aurum. | 14 Emprega o teu tesouro segundo os preceitos do Altíssimo, e isto te aproveitará mais do que o ouro. |
| 15 Conclude eleemosynam in corde pauperis, et hæc pro te exorabit ab omni malo. | 15 Encerra a esmola no coração do pobre, e ela rogará por ti para te livrar de todo o mal. |
| 16 Super scutum potentis | 16 Mais do que o escudo e do que a lança do esfor- |
| 17 et super lanceam | 17 çado, |
| 18 adversus inimicum tuum pugnabit. | 18 ela pelejará contra o teu inimigo. |
| 19 Vir bonus fidem facit pro proximo suo : et qui perdiderit confusionem derelinquet sibi. | 19 O homem de bem dá fiança pelo seu próximo; e o que tiver perdido a vergonha o abandonará à sua sorte. |
| 20 Gratiam fidejussoris ne obliviscaris : dedit enim pro te animam suam. | 20 Não te esqueças do benefício que te fez o que ficou por teu fiador, porque ele expôs a sua vida por ti. |
| 21 Repromissorem fugit peccator et immundus. | 21 O pecador e o impuro fogem do seu fiador. |
| 22 Bona repromissoris sibi ascribit peccator : et ingratus sensu derelinquet liberantem se. | 22 O pecador faz de conta que são seus os bens do seu fiador, e com coração ingrato abandona o seu libertador. |
| 23 Vir repromittit de proximo suo : et cum perdiderit reverentiam, derelinquetur ab eo. | 23 Um homem fica por fiador do seu próximo, e este, perdendo a vergonha, abandoná-lo-á. |
| 24 Repromissio nequissima multos perdidit dirigentes, et commovit illos quasi fluctus maris. | 24 Fianças imprudentes perderam a muitos que iam bem nos seus negócios, agitaram-nos como ondas do mar. |
| 25 Viros potentes gyrans migrare fecit, et vagati sunt in gentibus alienis. | 25 Fizeram emigrar para diversos lugares homens poderosos, que andaram errantes entre nações estranhas. |
| 26 Peccator transgrediens mandatum Domini incidet in promissionem nequam : et qui conatur multa agere incidet in judicium. | 26 O pecador que viola o mandamento do Senhor meter-se-á em fianças ruinosas; e aquele que empreende muitos negócios, cairá sob a justiça. |
| 27 Recupera proximum secundum virtutem tuam, et attende tibi ne incidas. | 27 Assiste ao teu próximo conforme as tuas posses, mas olha por ti, não caias tu também. |
| 28 Initium vitæ hominis, aqua et panis, et vestimentum, et domus protegens turpitudinem. | 28 O essencial da vida do homem é a água, o pão, o vestuário e uma casa para cobrir a sua nudez. |
| 29 Melior est victus pauperis sub tegmine asserum quam epulæ splendidæ in peregre sine domicilio. | 29 Aquilo que o pobre come, debaixo de qualquer coberto de tábuas é melhor do que um festim magnífico numa casa estranha, quando se não tem domicílio próprio. |
| 30 Minimum pro magno placeat tibi, et improperium peregrinationis non audies. | 30 Contenta-te com o pouco ou muito que tiveres, e não ouvirás, com amargura, que és um estranho, |
| 31 Vita nequam hospitandi de domo in domum : et ubi hospitabitur non fiducialiter aget, nec aperiet os. | 31 É uma vida desgraçada a daquele que se anda hospedando de casa em casa; em toda a parte em que for hóspede, não procederá com confiança, nem ousará abrir a boca. |
| 32 Hospitabitur, et pascet, et potabit ingratos, et ad hæc amara audiet : | 32 Ele noutras ocasiões terá hospedado outros, terá dado de comer e de beber a ingratos, e, depois disto, ouvirá palavras amargas: |
| 33 transi, hospes, et orna mensam, et quæ in manu habes ciba ceteros. | 33 Anda, hóspede, vai pôr a mesa, e dá de comer aos outros do que tens à mão: |
| 34 Exi a facie honoris amicorum meorum : necessitudine domus meæ hospitio mihi factus est frater. | 34 retira-te por causa da honra que devo aos meus amigos: necessito da minha casa para receber o meu irmão. |
| 35 Gravia hæc homini habenti sensum : correptio domus, et improperium f?neratoris. | 35 São duras estas (duas) coisas para um homem sensato: As palavras amargas dum hospedeiro e os insultos dum credor. |