SCRUTATIO

Domenica, 2 agosto 2026 - Sant'Alfonso Maria de' Liguori ( Letture di oggi)

Siracide ܝܫܘܥ ܒܪ ܐܣܝܪܐ 33


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PeshittaBiblia Matos Soares
1 ܕܕܚ̇ܠ ܠܐܠܗܐ ܠܐ ܢܦܓܥ ܒܗ ܒܝܫܐ ܐܠܐ ܐܢ ܒܢܣܝܘܢܐ ܘܢܗܦܘܟ ܘܢܬܦܠܛ1 Aquele que teme o Senhor não sobrevirão desgraças, antes Deus o guardará na tentação e o livrará dos males.
2 O sábio não aborrece os mandamentos nem as leis, e não se fará em pedaços como o navio na tempestade.
3 O homem sensato crê na lei de Deus, e a lei é fiel para com ele.
4 Prepara o teu discurso, e, deste modo, serás ouvido; junta o teu saber e depois responde. O coração do insensato é como as rodas de um carro, e o seu pensamento é como um eixo que gira.
5 ܐܝܟ ܓܝܓܠܐ ܩܠܝܠܬܐ ܠܒܗ ܕܥ̇ܘܠܐ ܘܐܝܟ ܚܙܝܪܐ ܟܠܗܝܢ ܬܪ̈ܥܝܬܗ
6 ܐܝܟ ܣܘܣܝܐ ܥܬܝܕܐ ܪ̈ܚܡܘܗܝ ܕܥ̇ܘܠܐ ܕܬܚܝܬ ܟܠ ܡ̇ܢ ܕܪܚ̇ܡ ܠܗ ܨܗ̇ܠ6 O amigo zombador é como um garanhão, que relincha debaixo de qualquer que o monta.
7 ܠܡܢܐ ܐܝܬ ܝܘܡܐ ܒܫܢܬܐ ܕܡܢ ܝܘܡܐ ܦܪܝܫ ܡܛܠ ܕܟܘܠܗܘܢ ܢܗܝܪ̈ܐ ܝܘܡ̈ܬܐ ܕܫܢܬܐ ܡܫܡܫܝܢ7 Por que é que um dia é preferido a outro dia, uma luz a outra luz, e um ano a outro ano, provindo todos do mesmo Sol?
8 ܒܪܡ ܒܚܟܡܬܗ ܕܐܠܗܐ ܐܬܦܪܫܘ ܘܥܒܕ ܡܢܗܘܢ ܥܕ̈ܢܐ ܘܙܒ̈ܢܐ8 Foi a ciência do Senhor que os diferenciou, quando criou o Sol, o qual obedece às suas ordens.
9 ܡܢܗܘܢ ܒܪܟ ܘܩ̇ܕܫ ܘܡܢܗܘܢ ܥ̣ܒܕ ܠܡܢܝܢܐ ܕܝܘܡ̈ܬܐ9 Distinguiu as estações e os seus dias de festa, em que (os homens) celebram as solenidades a hora determinada.
10 ܘܐܦ ܒܢܝܢ̈ܫܐ ܟܠܗܘܢ ܡܢ ܛܝܢܐ ܐܬܥܒܕܘ ܘܡܢ ܥܦܪܐ ܐܬܒܪܝ ܐܕܡ10 Destes mesmos dias fez Deus a uns grandes e sagrados, e a outros pôs no número dos dias comuns. Assim, igualmente, todos os homens são feitos do pó, da terra de que Adão foi formado.
11 ܒܪܡ ܒܚܟܡܬܗ ܕܐܠܗܐ ܦܪܫ ܐܢܘܢ ܘܥܒܕ ܐܢܘܢ ܥܡܘܪ̈ܐ ܕܐܪܥܐ11 O Senhor, porém, pela grandeza da sua sabedoria, distinguiu-os, diversificou os seus caminhos.
12 ܡܢܗܘܢ ܒܪܟ ܘܐܪܝܡ ܘܡܢܗܘܢ ܩ̇ܕܫ ܘܥܕܡܐ ܠܘܬܗ ܡ̇ܛܝܘ ܘܡܢܗܘܢ ܠܛ ܘܗ̣ܦܟ ܘܥ̣ܩܪ ܐܢܘܢ ܡܢ ܡܕܝܪ̈ܝܗܘܢ12 A uns abençoou e exaltou; a outros santificou e tomou para si; a outros amaldiçoou e humilhou, e deitou abaixo do seu lugar.
13 ܐܝܟ ܛܝܢܐ ܕܓܒܝܠ ܒܐܝܕܐ ܕܦܚܪܐ ܗܟܢܐ ܐܢܫܐ ܒܐܝܕܐ ܕܒܪܝܗ ܠܡܩܡܘܬܗ ܒܟܠ ܥ̇ܒ̈ܕܘܗܝ13 Como o barro está nas mãos do oleiro, para lhe dar a forma e disposição que deseja,
14 ܠܘܩܒܠ ܒܝܫܐ ܐܬܒܪܝ ܛ̇ܒܐ ܘܠܘܩܒܠ ܡܘܬܐ ܐܬܒܪܝܘ ܚܝ̈ܐ ܘܠܘܩܒܠ ܢܘܗܪܐ ܐܬܒܪܝ ܚܫܘܟܐ14 e para o empregar nos usos que lhe aprouver, assim o homem se encontra na mão daquele que o criou, e que lhe dará segundo o seu juízo.
15 ܗܟܢܐ ܚܘܝ ܐܠܗܐ ܥ̇ܒܕܘܗܝ ܟܠܗܘܢ ܬܪܝܢ ܬܪ̈ܝܢ ܚܕ ܠܘܩܒܠ ܚܕ15 Contra o mal está o bem, e contra a morte a vida; assim também contra o homem justo está o pecador. Considera assim todas as obras do Altíssimo; achá-las-ás duas a duas, e uma oposta à outra.
16 ܐܦ ܐܢܐ ܐܚܪܝܬ ܐܬܝܬ ܐܝܟ ܡܒܥܪܢܐ ܕܟܪܡܐ ܒܬܪ ܩ̇ܛܘ̈ܦܐ16 E eu fui o ultimo que despertei, e fui como o que ajunta os bagos atrás dos vindimadores.
17 ܘܒܛ̈ܒܬܗ ܕܐܠܗܐ ܐܢܐ ܩ̇ܡܬ ܘܐܝܟ ܩ̇ܛܘܦܐ ܡ̇ܠܝܬ ܡܥܨܪܬܝ17 Eu também esperei na bênção de Deus, e enchi o lagar como o que vindima.
18 Olhai que eu não trabalhei só para mim, mas para todos os que buscam a instrução.
19 ܫܘܡܥܘܢܝ ܫܠܝܛܢܐ ܕܥܡܐ ܘܪ̈ܘܪܒܢܐ ܕܟܢܘܫܬܐ ܨܘܬܘܢܢܝ19 Ouvi-me, ó grandes e todos os povos, e vós, os que presidis às assembleias, aplicai os ouvidos.
20 ܠܐ ܬܬܠ ܠܐܚܪ̈ܢܐ ܢܟ̈ܣܝܟ ܠܡܗܦܟ ܘܠܡܒܥܐ ܡܢܗܘܢ20 Ao teu filho, à tua mulher, ao teu irmão, ao teu amigo não dês em tua vida poder sobre ti; não dês a outro os bens que possuis, para que não suceda arrependeres-te disso e tomares a pedir-lhos.
21 ܥܕ ܐܢܬ ܚܝ ܘܢܫܡܬܐ ܒܟ ܠܐ ܬܫ̇ܠܛ ܒܟ ܟܠ ܒܣܪ21 Enquanto viveres e respirares, ninguém te faça mudar sobre este ponto.
22 ܡܛܠ ܕܛܒ ܗܘ ܕܢܒܥܘܢ ܒ̈ܢܝܟ ܡܢܟ ܡܢ ܕܬܒܥܐ ܐܢܬ ܡܢܗܘܢ22 porque melhor é que teus filhos te peçam, do que estares tu olhando para as mãos de teus filhos.
23 ܒܟܠ ܥ̇ܒ̈ܕܝܟ ܗ̣ܘܝܬ ܡܥܠܝ ܘܠܐ ܬܬܠ ܡܘܡܐ ܒܐܝܩܪܟ23 Em todas as tuas obras conserva a tua superioridade.
24 ܘܒܙܒܢܐ ܕܢܓܡܪܘܢ ܡܢܝܢܐ ܕܝܘ̈ܡܬܟ ܒܝܘܡܐ ܕܡܘܬܟ ܐܘܪܬ ܢܟ̈ܣܝܟ ܠܒܢ̈ܝܟ24 Não manches o teu bom nome. No dia em que terminar o curso da tua vida, no tempo da tua morte, reparte a tua herança.
25 ܟܣܬܐ ܘܫܘܛܐ ܘܛܥܢܐ ܠܚܡܪܐ ܘܡܪܕܘܬܐ ܘܠܚܡܐ ܘܦܘܠܚܢܐ ܠܥܒܕܐ25 Ao asno, penso, vara e carga; ao escravo, pão, correcção e trabalho.
26 ܘܠܐ ܬܬܠ ܠܗ ܢܝܚܐ ܘܐܢ ܐܪܝܡܬ ܒܪܫܗ ܒܥ̣ܐ ܚܪ̈ܘܪܐ26 Ele trabalha quando o castigam, doutra sorte não cuida senão em descansar; afrouxa-lhe as mãos, e buscará a liberdade.
27 O jugo e as correias fazem curvar o pescoço duro, assim as tarefas contínuas amansam o escravo.
28 ܦܠܘܚ ܒܥܒܕܟ ܕܠܐ ܢܡܪܕ28 Ao escravo malévolo, tortura e ferros: manda-o para o trabalho a fim de que não esteja ocioso,
29 ܡܛܠ ܕܣܘܓܐܐ ܕܒܝ̈ܫܬܐ ܥ̇ܒܕ ܒܛܠܢܐ29 porque a ociosidade ensina muita malícia.
30 ܘܐܝܟܢܐ ܕܘ̇ܠܐ ܠܗ ܐܫܠܛܝܗܝ ܒܒܝܬܟ ܘܐܠܐ ܫ̇ܡܥ ܠܟ ܐܣܓܐ ܐܣܘܪ̈ܘܗܝ ܠܐ ܕܝܢ ܗܟܢܐ ܥܠ ܟܠ ܐܢܫ ܘܕܠܐ ܒܢܡܘܣܐ ܠܐ ܬܥܒܕ ܨܒܘ30 Põe-no ao trabalho, porque assim lhe convém. Mas, se ele te não obedecer, aperreia-o com grilhões; porém não cometas excessos seja com quem for, e não faças coisa alguma grave sem ter reflectido.
31 ܐܢ ܚܕ ܗܘ ܥܒܕܟ ܐܟܘܬܟ ܢܗܘܐ ܡܛܠ ܕܐܟܘܬܟ ܗܟܢܐ ܚܘܣܪܢܟ ܐܢ ܚܕ ܗܘ ܥܒܕܟ ܐܝܟ ܐܚܘܟ ܚܫܘܒܝܗܝ ܘܠܐ ܬܬܟܬܫ ܒܕܡܐ ܕܢܦܫܟ31 Se tens um escravo fiel, estima-o como a ti próprio, trata-o como um irmão, porque o adquiriste à custa do teu sangue.
32 ܡܛܠ ܕܐܢ ܬܛܪܦܝܘܗܝ ܢܦܘܩ ܢܐܒܕ32 Se o tratares mal sem razão, fugir-te-á: