SCRUTATIO

Venerdi, 28 agosto 2026 - Sant´ Agostino ( Letture di oggi)

Livro de Jó 30


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Biblia Matos SoaresBIBBIA VOLGARE
1 Porém, agora zombam de mim os mais novos que eu, cujos pais noutro tempo não dignaria eu pôr com os cães do meu rebanho!1 Ma ora fanno beffe di me li più giovani di tempo, i padri de' quali io non degnava di porre colli cani della mia gregge;
2 De que me serviria a força dos seus braços? Não têm vigor algum.2 de' quali la virtù delle loro mani era a me per nulla, e di quella vita pensavano essere non degni;
3 Mirrados pela pobreza e pela fome, roem o deserto, terra, de há muito, árida e desolada;3 sterili per povertade e per fame, i quali rodevano nella solitudine, straziati per la sozzezza e per miseria;
4 apanham ervas e cascas de árvores, alimentam-se de raízes de giesta.4 e mangiavano l' erbe e le corteccie degli arbori; e le radici delli ginepri erano loro cibo.
5 Escorraçados do meio da sociedade, perseguidos com gritos como ladrões,5 I quali delle valli tagliavano queste cose: e conciosia cosa che [le] avessono trovate, a quelle con rumore correvano.
6 habitam em horríveis desfiladeiros, nas cavernas da terra, ou nos penhascos,6 Nelli deserti abitavano delli torrenti, e nelle caverne della terra, ovvero sopra le spine.
7 rugindo entre os silvados e reunindo-se debaixo dos espinheiros.7 I quali a questa medesima cosa si dilettavano, e così si computavano d' essere assai delicati;
8 Filhos de ignóbeis e desprezíveis, são mais pisados que a terra.8 (Mali) figliuoli delli sciocchi e delli non nobili, i quali non erano arditi di apparire nella terra.
9 Agora cheguei a ser o assunto das cantigas, o objecto dos escárnios destes tais.9 Ora nello loro canto sono vôlto, e fatto sono a loro in proverbio.
10 Eles abominam-me, fogem para longe de mim, e não receiam cuspir-me no rosto.10 Abbòminano me, e fuggonsi da lunga da me, e non si vergognano di sputarmi nella mia faccia.
11 Perdido todo o, respeito, me insultam, não se refreiam na minha presença.11 Lo carcasso suo aperse, e afflissemi; e lo freno pose nella mia bocca.
12 A meu lado se levanta a gentalha, e procura caminhos para me perder.12 Certo alla dritta parte dell' oriente le mie miserie si dirizzarono; li miei piedi sovvertirono e oppressono, quasi come onde di mare, colle sue vie.
13 Destroem as minhas veredas, preparam a minha ruína, e ninguém os contém.13 Dissiparono gli andamenti miei, e hannomi insidiato; soprastetteno, e non fu chi mi desse aiuto.
14 Como por uma larga brecha, irrompem sobre mim, surgem do meio das ruínas.14 Quasi come rotto lo muro e aperta la porta, rovinarono sopra me, e rivolti sono alle mie miserie.
15 Assaltam-me terrores, a minha prosperidade passou como vento, a minha felicidade passou como nuvem.15 Ritornato sono in nulla; portonne come vento lo mio desiderio; e sì come nuvola trapassò la mia salute.
16 E agora dentro de mim mesmo se murcha a minha alma, e os dias de aflição apoderam-se de mim.16 Ma ora in me medesimo marcisce l'anima mia, e possiede me lo dì della afflizione.
17 De noite os meus ossos são traspassados de dores, os (males) que me devoram, não dormem.17 Nella notte la bocca mia è forata colli dolori; e coloro che mangiano me, non dormono.
18 Pela sua violência, a minha veste é deformada; aperta-me como a gola da minha túnica.18 Nella moltitudine loro si consuma lo mio vestimento, e quasi come lo cappuccio della tunica (che s'intornia al collo), così cinsono me.
19 Atirou-me ao lodo, e sou semelhante ao pó e à cinza.19 Assomigliato sono al fango, e alla favilla e alla cenere.
20 Clamo a ti, e não me ouves, ponho-me diante de ti, e não olhas para mim.20 Chiamo a te, e non esaudisci me; io sto, e non mi ragguardi.
21 Trocaste-te em severo para comigo, e cora a dureza da tua mão me combates.21 E mutato se' a me in crudele, e avversasti me nella durezza della tua mano.
22 Elevas-me, e, pondo-me sobre o vento, fazes-me debater no meio da tormenta.22 Levasti me, e sì come ponente sopra lo vento gettasti a terra me molto.
23 Sei que me entregarás à morte, onde há casa estabelecida para todo o vivente.23 E (sopra ciò) io so che tu mi darai la morte, dove ordinata è la casa a ciascheduno vivente.
24 Porventura o que vai perecer não estende as mãos, e, na sua infelicidade, não lança um grito?24 Ma pertanto alla consumazione loro [non] metterai la tua mano; se elli scorreranno, tu medesimo li salverai.
25 Eu chorava outrora com aquele que estava aflito, e a minha alma compadecia-se do pobre.25 Di qui adietro io piagnea già sopra colui ch' era tormentato, e avea compassione l'anima mia al povero.
26 Esperava bens, e vieram-me males; esperava a luz, e saíram-me trevas.26 Aspettava li beni, e vennero a me li mali; aspettava la luce, e scorsono le tenebre.
27 As minhas entranhas estão-se abrasando sem descanso algum; os dias da aflição surpreenderam-me.27 Le mie cose dentro bollirono senza riposo alcuno; sopravennero a me li dì dell' afflizioue.
28 Caminho triste, sem conforto, ponho-me a gritar no meio da multidão.28 Piangendo andava, senza furore; levandomi, nella turba chiamai.
29 Sou _(como)_ irmão dos chacais e companheiro dos avestruzes.29 Fui io fratello delli dragoni, e compagno delle distruzioni.
30 A minha pele está denegrida e vai caindo, e os meus ossos secaram-se pelo ardor.30 La mia cotica annegrita è sopra me; l'ossa mie si seccano per caldo.
31 A minha citara trocou-se em pranto, e a minha lira em lamentos.31 Tornata è in pianto la mia cetera, e l' organo mio nella voce delli piagnenti.