SCRUTATIO

Lunedi, 13 luglio 2026 - Santa Clelia Barbieri ( Letture di oggi)

Livro de Jó 31


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1Fiz pacto com os meus olhos de não olhar (cobiçosamente) para uma virgem.2Porque (doutra sorte), que comunicação teria comigo Deus lá de cima, ou que parte me daria o Omnipotente da sua celestial herança?3Porventura não está estabelecida a perdição para o malvado, e a desventura para os que praticam a injustiça?4Porventura não considera ele os meus caminhos, e não conta todos os meus passos?5Se caminhei na falsidade, se o meu pé se apressou para o engano,6pese-me Deus em sua balança justa, e conhecerá a minha integridade.7Se os meus pés se desviaram do (bom) caminho, se o meu coração seguiu os meus olhos, se às minhas mãos se pegou qualquer mácula,8semeie eu, e outro o coma. e sejam as minhas plantações arrancadas.9Se o meu coração foi seduzido por uma mulher, e se andei a vigiar (para cometer adultério) à porta do meu amigo,10seja minha mulher desonrada por outro, seja entregue à paixão de outros.11Porque este é um pecado vergonhoso, uma grave maldade,12é um fogo que consome até ao extermínio, e que destruiria todo o bem que juntei.13Se eu desprezei as razões do meu servo ou da minha serva, quando eles disputavam contra mim,14que será de mim quando Deus se levantar para me julgar? Quando me interrogar, que lhe responderei?15Porventura o que me formou no ventre materno não o criou também a ele, e não foi o mesmo Deus que nos formou no ventre materno?16Porventura neguei aos pobres o que pediam, e deixei desfalecer os olhos da viúva,17ou comi sózinho o meu bocado de pão, e o órfão não comeu dele?18Com efeito, desde a minha infância cresceu comigo a comiseração, e do ventre de minha mãe saiu comigo.19Se desprezei o que perecia, porque não linha de que vestir-se, e o pobre que não tinha com que cobrir-se,20se os seus membros me não abençoaram, ele _(o pobre)- não se aqueceu com a lã das minhas ovelhas;21se levantei a minha mão contra o órfão, ainda quando me via superior, (administrando justiça) à porta (da cidade),22caia o meu ombro da sua juntura, e quebre-se o meu braço com os seus ossos.23Porque eu sempre temi a mão de Deus, e nunca pude suportar o peso da sua majestade.24Não julguei que o ouro era a minha força, não disse ao ouro mais puro: tu és a minha confiança;25não me alegrei com as minhas grandes riquezas, com os grandes bens que juntei pela minha mão;26Se via o sol quando brilhava, e a lua quando caminhava na sua claridade (considerando-os como deuses),27porventura o meu coração sentiu algum oculto contentamento, e beijei a minha mão com a minha boca (em sinal de adoração)?28Isso seria uma grandíssima iniquidade, seria renunciar ao Deus altíssimo.29Acaso me alegrei com a ruína daquele que odiava, e exultei com o mal que lhe sobreveio?30(Não, não foi assim), pois, não permiti que a minha língua pecasse, demandando com imprecações a sua morte.31Acaso as pessoas da minha casa não diziam: Quem há que se não tenha saciado (com o pão) da sua mesa?32O peregrino não passava a noite fora, a minha porta estava sempre aberta ao viandante.33Nunca encobri, como homem, o meu pecado, ocultando no meu coração a minha iniquidade,34por temor da grande assembleia, ou com receio do desprezo dos meus parentes, a ponto de me conservar em silêncio, sem sair da minha porta.35Quem me dera um que (desapaixonadamente) me ouvisse! Eis a minha assinatura: que o Omnipotente me responda! Que o meu adversário escreva também o seu libelo de acusação!36Levá-lo-ei sobre os meus ombros, e cingirei a minha fronte com ele, como com um diadema!37Cada um dos meus passos contarei (a Deus, meu juiz), e apresentar-me-ia a ele, (sem receio) como um príncipe.38(Finalmente) se a terra que eu possuo clama contra mim. e se os seus sulcos choram com ela,39se comi seus frutos sem pagamento, se afligi o coração dos que a cultivaram,40ela me produza abrolhos em lugar de trigo, e espinhos em lugar de cevada. (Findaram as palavras de Job).