SCRUTATIO

Giovedi, 9 luglio 2026 - Santi Aquila e Priscilla ( Letture di oggi)

Giobbe ܐܝܘܒ 7


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PeshittaBiblia Matos Soares
1 ܗܐ ܙܒܢܐ ܗܘ ܠܐܢܫܐ ܥܠ ܐܪܥܐ ܘܐܝܟ ܝܘܡ̈ܝ ܐܓܝܪܐ ܐܢܘܢ ܝܘܡ̈ܘܗܝ1 A vida do homem sobre a terra é uma milícia; os seus dias são como os dias dum mercenário.
2 ܘܐܝܟ ܥܒܕܐ ܕܡܣܟܐ ܠܛܠܠܐ ܘܐܝܟ ܐܓܝܪܐ ܕܡܣܟܐ ܠܡܫܠܡܘ ܦܥܠܗ2 Assim como um escravo (fatigado) suspira pela sombra, e o mercenário espera o seu salário,
3 ܗܟܢܐ ܝܪܬܬ ܠܝ ܝܪ̈ܚܐ ܣܪ̈ܝܩܐ ܘܠܝܠܘܬ̈ܐ ܕܥܡܠܐ ܠܐ ܐܬܡܢܝܘ ܠܝ3 assim também eu tive meses vazios (de consolação), e contei noites trabalhosas.
4 ܐܢ ܫܟܒܬ ܘܐܡܪܬ ܐܡܬܝ ܐܩܘܡ ܘܡ̇ܫܚ ܐܢܐ ܠܪܡܫܐ ܘܫ̇ܟܒ ܐܢܐ ܘܢ̇ܐܕ ܐܢܐ ܠܫܦܪܐ4 Se durmo, digo: Quando me levantarei eu? (Depois de levantado) espero a tarde, e sacio-me de dores até à noite.
5 ܠܒܫ ܒܣܪܝ ܪܡܬܐ ܘܓܘܫܡܝ ܥܦܪܐ ܡܫܟܝ ܩܦܘܕ ܘܐܬܡܣܝ5 A minha carne está coberta de podridão e de imundície do pó, a minha pele está enrugada e supura.
6 ܝܘܡ̈ܝ ܩܠܘ ܡܢ ܓܕܕ ܩ̈ܘܝܢ ܘܣܦܘ ܒܕܠܝܬ ܣܒܪܐ6 Os meus dias correm mais rápidos que o cortar da teia pelo tecelão, consomem-se sem esperança (de voltar).
7 ܐܬܕܟܪ ܕܪܘܚܐ ܚܝܐ ܗܝ ܘܬܗܦܘܟ ܥܝܢܝ ܠܡܚܙܐ ܛܒܬܐ7 Lembra-te que a minha vida é um sopro e que os meus olhos não tornarão a ver a felicidade (perdida).
8 ܠܐ ܬܚܕܐ ܠܝ ܥܝܢܐ ܕܚܙܝܐ ܠܝ ܘܥܝܢ̈ܝܟ ܒܝ ܘܠܝܬܝ8 Não me verá mais o olhar humano; os teus olhos procurar-me-ão, mas eu não subsistirei.
9 ܐܝܟ ܕܣ̇ܝܦܐ ܥܢܢܐ ܘܐ̇ܙܠܐ ܗܟܢܐ ܡ̇ܢ ܕܢ̇ܚܬ ܠܫܝܘܠ ܠܐ ܣ̇ܠܩ9 Assim como a nuvem se dissipa e passa, assim aquele que descer ao sepulcro, não subirá,
10 ܘܠܐ ܗ̇ܦܟ ܬܘܒ ܠܒܝܬܗ ܘܠܐ ܡܫܬܘܕܥ ܬܘܒ ܠܐܬܪܗ10 Nem voltará mais a sua casa, nem o lugar onde estava o conhecerá jamais.
11 ܐܦ ܐܢܐ ܠܐ ܐܚܣܘܟ ܦܘܡܝ ܐܡܠܠ ܒܥܩܬ ܪܘܚܝ ܘܐܬܢܐ ܒܡܪܪܐ ܕܢܦܫܝ11 E por isso eu não reprimirei a minha língua, falarei na angústia do meu espírito, lamentar-me-ei na amargura da minha alma.
12 ܝܡܐ ܐܢܐ ܐܘ ܬܢܝܢܐ ܕܡܩܝܡ ܐܢܬ ܥܠܝ ܢܛܘܪ̈ܐ12 (Direi ao Senhor): Porventura sou eu o mar ou um monstro marinho, para me teres encerrado como num cárcere?
13 ܡܛܠ ܕܐܡܪܬ ܕܬܒܝܐܢܝ ܘܐܬܠܒܒ ܡܢ ܛܘܪܦܐ ܕܡܫܟܒܝ13 Se eu digo: "Consolar-me-á o meu leito, a minha cama (onde repousarei) aliviará o meu sofrer."
14 ܘܗܐ ܐܙܝܥܬܢܝ ܒܚ̈ܠܡܝܢ ܘܒܚ̈ܙܘܢܝܢ ܐܒܥܬܬܢܝ14 tu me aterras com sonhos, e me horrorizas com horríveis visões.
15 ܘܒܚܪܬ ܢܦܫܝ ܡܢ ܐܒܕܢܐ ܘܓܪ̈ܡܝ ܡܢ ܡܘܬܐ15 Por isso a minha alma prefere a estrangulação, os meus ossos preferem a morte.
16 ܩܛܥܬ ܠܝ ܘܠܐ ܗܘܐ ܠܥܠܡ ܚܝ ܐܢܐ ܦܪܘܩ ܡܢܝ ܡܛܠ ܕܗܒܠܐ ܐܢܘܢ ܝܘܡ̈ܝ16 Perdi as esperanças, não viverei mais; tem piedade de mim, porque os meus dias são nada.
17 ܡܢܘ ܐܢܫܐ ܕܬܘܒܕܝܘܗܝ ܘܬܣܝܡ ܥܠܘܗܝ ܠܒܟ17 Que coisa é o homem para tanto te importares com ele, para se ocupar dele o leu coração,
18 ܘܬܦܩܘܕ ܒܨܦܪܐ ܘܒܙܒܢܐ ܬܒܚܪܝܘܗܝ18 para o visitares todas as manhãs, e o pores à prova todos os instantes?
19 ܘܥܕܡܐ ܗܘ ܠܐܡܬܝ ܠܐ ܫ̇ܒܩ ܐܢܬ ܠܝ ܠܐ ܬܪܦܝܢܝ ܥܕܡܐ ܕܐܒܠܥ ܪܘܩܝ19 Até quando não cessarás de olhar para mim, sem permitir que eu (respire ou) engula a minha saliva?
20 ܐܢ ܚܛܝܬ ܡܢܐ ܐܥܒܕ ܠܟ ܥܒܘܕܗ ܕܐܢܫܐ ܠܡܢܐ ܣܡܬܢܝ ܕܐܦܓܥ ܒܟ ܘܗܘܝܬ ܥܠܝ ܛܥܢܐ20 Se pequei, que te farei eu ó guarda dos homens (para te aplacar)? porque me puseste contrário a ti, e me tornei pesado a mim mesmo?
21 ܘܥܕ ܟܡܐ ܠܐ ܬܫܒܘܩ ܠܚ̈ܘܒܝ ܘܬܥܒܪ ܚ̈ܛܗܝ ܕܗܫܐ ܥܠ ܥܦܪܐ ܐܫܟܒ ܘܬܒܥܝܢܝ ܘܠܝܬ ܐܢܐ21 Porque não me tiras o meu pecado, e porque não apagas a minha iniquidade? Eis que vou agora dormir no pó, e, se tu me buscares pela manhã, já não existirei.