SCRUTATIO

Giovedi, 16 luglio 2026 - Nostra Signora del Carmelo ( Letture di oggi)

Abacuc ܚܒܩܘܩ 2


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PeshittaBiblia Maria
1 ܥܠ ܕܘܟܬܝ ܐܩܘܡ ܟܕ ܕܪܝܟ ܐܢܐ ܥܠ ܟܐܦܐ ܘܐܚܘܪ ܘܐܚܙܐ ܡܢܐ ܡܡܠܠ ܥܡܝ ܘܡܢܐ ܡܬܝܒ ܠܝ ܥܠ ܡܟܣܢܘܬܝ1 Vou ficar de sentinela, e postar-me sobre a trincheira; vou espreitar o que vai me dizer o Senhor, e o que ele vai responder ao meu pedido.
2 ܘܥܢܢܝ ܡܪܝܐ ܘܐܡܪ ܟܬܘܒ ܚܙܘܐ ܘܦܪܫ ܥܠ ܠܘܚ̈ܐ ܕܢܪܗܛ ܒܗ ܡ̇ܢ ܕܩܪܐ ܠܗ2 E o Senhor respondeu-me assim: “Escreve esta visão, grava-a em tabuinhas, para que ela possa ser lida facilmente;
3 ܡܛܠ ܕܚܙܘܐ ܠܙܒܢܗ ܗܘܐ ܘܐܬܐ ܩܨܐ ܘܠܐ ܡܟܕܒ ܘܐܢ ܡܘܚܪ ܠܐ ܬܬܩܛܥ ܠܟܘܢ ܡܛܠ ܕܒܥܓܠ ܐܬܐ ܘܠܐ ܡܘܚܪ3 porque há ainda uma visão para um termo fixado, ela se aproxima rapidamente de seu termo e não falhará. Mas, se tardar, espera-a, porque ela se realizará com toda a certeza e não falhará.
4 ܘܒܥ̇ܘܠܐ ܠܐ ܨܒܝܐ ܢܦܫܗ ܘܙܕܝܩܐ ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܢܚܐ4 Eis que sucumbe o que não tem a alma íntegra, mas o justo vive por sua fidelidade.
5 ܘܓܒܪܐ ܡܪܚܐ ܘܝܥܢܐ ܠܐ ܣܒܥ ܕܐܦܬܝ ܢܦܫܗ ܐܝܟ ܫܝܘܠ ܘܠܐ ܣܒܥ ܐܝܟ ܡܘܬܐ ܟܢܫ ܠܘܬܗ ܟܠܗܘܢ ܥܡ̈ܡܐ ܘܩܪܒ ܠܘܬܗ ܟܠܗܝܢ ܐܡ̈ܘܬܐ5 Sem dúvida, o vinho é traiçoeiro: o homem arrogante não tem repouso, dilata a goela como a voragem da habitação dos mortos, e se mostra tão insaciável como a morte; ele junta para si todas as nações, e engloba em si todos os povos.
6 ܗܠܝܢ ܟܠܗܘܢ ܡܬ̈ܠܐ ܢܣܒܘܢ ܥܠܘܗܝ ܘܦܠܐ̈ܬܐ ܘܐܘܚ̈ܕܬܐ ܘܢܐܡܪܘܢ ܘܝ ܠܕܡܟܢܫ ܡܣܓܐ ܠܗ ܕܠܐ ܕܝܠܗ ܥܕܡܐ ܠܐܡܬܝ ܡܥܫܢ ܥܠܘܗܝ ܥܢܢܐ ܕܣܝܢܐ6 Porventura não se entregarão todos esses a compor sátiras sobre ele, a causticá-lo com zombarias e alusões picantes e a dizer: Ai daquele que amontoa o bem alheio! – Até quando? – E do que acumula sobre si o peso da dívida!
7 ܗܐ ܡܢ ܫܠܝܐ ܢܩܘܡܘܢ ܡܢܟ̈ܬܢܝܟ ܘܢܬܬܥܝܪܘܢ ܡܙܥܙܥ̈ܢܝܟ ܘܬܗܘܐ ܠܗܘܢ ܠܒܙܬܐ7 Porventura não se levantarão de repente os teus credores, e não surgirão os teus opressores? Tu te tornarás presa deles.
8 ܡܛܠ ܕܐܢܬ ܒܙܬ ܥܡ̈ܡܐ ܣ̈ܓܝܐܐ ܢܒܙܘܢܟ ܥܡ̈ܡܐ ܕܐܫܬܚܪܘ ܡܢ ܕܡܐ ܕܒܪܢܫܐ ܘܚܛܘܦܝܐ ܕܐܪܥܐ ܕܡܕܝܢܬܐ ܘܕܟܠܗܘܢ ܥܡܘܪ̈ܝܗ̇8 Visto que despojaste numerosas nações, te despojarão os outros povos que restam, por causa do sangue humano derramado e das violências praticadas contra a terra, as cidades e as populações.
9 ܘܝ ܠܕܥܠܒ ܘܡܟܢܫ ܒܝܫܬܐ ܠܢܦܫܗ ܘܣܐܡ ܩܢܗ ܒܪܘܡܐ ܕܢܬܦܨܐ ܡܢ ܒܝܫܬܐ9 Ai daquele que procura lucros criminosos para a sua casa, e que quer colocar bem alto o seu ninho, para escapar ao golpe da adversidade!
10 ܐܬܪܥܝܬ ܒܗܬܬܐ ܠܒܝܬܟ ܒܙܬ ܥܡ̈ܡܐ ܣ̈ܓܝܐܐ ܘܐܚܛܝܬ ܢܦܫܟ10 Teus desígnios cobriram de vergonha a tua família, pois, destruindo muitos povos, fizeste mal a ti mesmo,
11 ܡܛܠ ܕܟܐܦܐ ܡܢ ܐܣܬܐ ܓܥܝܐ ܘܣܟܬܐ ܡܢ ܩܝܣܐ ܥܢܝܐ11 porque as pedras das muralhas clamam vingança, e fazem-lhe eco as vigas de madeira.
12 ܘܝ ܠܕܒܢܐ ܡܕܝܢܬܐ ܒܕܡܐ ܘܡܬܩܢ ܩܪܝܬܐ ܒܥܘ̣ܠܐ12 Ai daquele que constrói uma cidade a preço de sangue, que funda uma cidade na iniquidade!
13 ܗܠܝܢ ܟܠܗܝܢ ܡܢ ܡܪܝܐ ܚܝܠܬܢܐ ܢܬܛܪܦܘܢ ܥܡ̈ܡܐ ܒܢܘܪܐ ܘܐ̈ܡܘܬܐ ܒܣܪܝܩܘܬܐ ܢܠܐܝ̈ܢ13 Não é esta uma ordem do Senhor dos exércitos: Que os povos trabalhem para o fogo, e as nações se fatiguem para o nada?
14 ܡܛܠ ܕܬܬܡܠܐ ܐܪܥܐ ܠܡܕܥ ܐܝܩܪܗ ܕܡܪܝܐ ܐܝܟ ܡ̈ܝܐ ܕܡܟܣܝܢ ܠܝܡܐ14 Porque a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como o fundo do mar está coberto de suas águas.
15 ܘܝ ܠܕܡܫܩܐ ܠܚܒܪܗ ܬܛܪܐ ܕܪܘܓܙܟ ܘܡܪܘܐ ܠܗ ܕܢܚܘܪ ܒܦܘܪܣܝܗܘܢ15 Ai daquele que dá de beber aos outros, misturando à bebida um veneno que os embriague, para ver a sua nudez!
16 ܣܒܥܬ ܨܥܪܐ ܡܢ ܐܝܩܪܐ ܐܫܬܝ ܐܦ ܐܢܬ ܘܐܬܛܪܦ ܢܗܦܘܟ ܥܠܝܟ ܟܣܐ ܕܝܡܝܢܗ ܕܡܪܝܐ ܘܨܥܪܐ ܥܠ ܐܝܩܪܟ16 Serás saciado de opróbrio, não de glória; bebe, também tu, e embriaga-te! Sobre ti se voltará a taça apresentada pela mão do Senhor, e a abjeção cairá sobre a tua glória,
17 ܡܛܠ ܕܚܛܘܦܝܐ ܕܠܒܢܢ ܢܟܣܝܟ ܘܒܙܬܐ ܕܚܝܘܬܐ ܬܕܠܚܟ ܡܢ ܕܡܐ ܕܒܪ ܐܢܫܐ ܘܚܛܘܦܝܐ ܕܐܪܥܐ ܕܡܕܝܢܬܐ ܘܕܟܠܗܘܢ ܥܡܘܪ̈ܝܗ̇17 porque a violência praticada contra o Líbano pesará sobre ti, e os estragos dos animais te farão tremer, por causa do sangue humano derramado e das violências praticadas contra a terra, as cidades e as populações.
18 ܡܢܐ ܐܘܬܪ ܓܠܝܦܐ ܕܓܠܦܗ ܐܘܡܢܗ ܘܢܣܝܟܐ ܗܘ ܘܝܘܠܦܢܐ ܕܓܠܐ ܕܐܬܬܟܠ ܠܒܐ ܕܐܘܡܢܗ ܥܠܘܗܝ ܠܡܥܒܕ ܦܬܟܪܐ ܚܪܫܐ18 De que serve a imagem esculpida para que o escultor a talhe? E o ídolo fundido, que só ensina mentiras, para que o artífice nele ponha a sua confiança, fabricando divindades mudas?
19 ܘܝ ܠܕܐܡܪ ܠܩܝܣܐ ܐܬܬܥܝܪ ܘܠܟܐܦܐ ܚܪܫܬܐ ܕܩܘܡܝ ܣܪ̈ܝܩܝܢ ܐܢܘܢ ܘܕܗܒܐ ܩܪܝܡܝܢ ܘܪܘܚܐ ܠܝܬ ܒܗܘܢ19 Ai daquele que diz à madeira: “Desperta!”. E à pedra: “Levanta-te!”. Não se ouvirá mais que silêncio. Ei-lo coberto de ouro e de prata, mas não há nele sopro algum de vida.
20 ܘܡܪܝܐ ܒܗܝܟܠܐ ܕܩܘܕܫܗ ܬܙܘܥ ܡܢ ܩܕܡܘܗܝ ܟܠܗ̇ ܐܪܥܐ20 Mas o Senhor reside em sua santa morada; silêncio diante dele, ó terra inteira!