SCRUTATIO

Lunedi, 6 luglio 2026 - Santa Maria Goretti ( Letture di oggi)

Livro de Jó 39


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Biblia Matos SoaresSAGRADA BIBLIA
1 Porventura conheces o tempo em que as cabras montesas dão à luz nos rechedos, ou observaste o parto das corsas?1 Conheces o tempo em que as cabras monteses dão à luz nos rochedos? Observaste o parto das corças?
2 Contaste os meses da sua gravidez, e sabes o tempo do seu parto?2 Contaste os meses de sua gravidez, e sabes o tempo de seu parto?
3 Encurvam-se para darem à luz a sua cria, e (assim) se livram das suas dores.3 Elas se abaixam e dão cria, e se livram de suas dores.
4 Tornam-se vigorosos os seus filhos, crescem nos campos, saem, e não voltam para junto delas.4 Seus filhos tornam-se fortes e crescem nos campos, apartam-se delas e não voltam mais.
5 Quem pôs o asno montês em liberdade, e quem soltou as suas prisões?5 Quem pôs o asno em liberdade, quem rompeu os laços do burro selvagem?
6 Dei-lhe uma casa no deserto, lugar onde albergar-se em terra estéril.6 Dei-lhe o deserto por morada, a planície salgada como lugar de habitação;
7 Ele despreza o tumulto da cidade, e dão ouve os gritos de um patrão duro.7 ele ri-se do tumulto da cidade, não escuta os gritos do cocheiro,
8 Vagueia pelos montes onde pasta, anda buscando tudo o que está verde.8 explora as montanhas, sua pastagem, e nela anda buscando tudo o que está verde.
9 Porventura quererá o búfalo servir-te, ou ficará ele no teu estábulo?9 Quererá servir-te o boi selvagem, ou quererá passar a noite em teu estábulo?
10 Acaso prendê-lo-ás ao teu arado para lavrar, ou será ele que atrás de ti quebra os torrões dos teus vales?10 Porás uma corda em seu pescoço, ou fenderá ele atrás de ti os teus sulcos?
11 Porventura terás confiança na sua grande força, e lhe deixarás o cuidado da tua lavoura ?11 Fiarás nele porque sua força é grande, e lhe deixarás o cuidado de teu trabalho?
12 Porventura fiarás dele que te torne o que semeaste, e que te encha a tua eira?12 Contarás com ele para que te traga para a casa o que semeaste, e que te encha a tua eira?
13 A pena da avestruz é semelhante às penas da cegonha e do falcão.13 A asa da avestruz bate alegremente, não tem asas nem penas bondosas...
14 Ele abandona por terra os seus ovos, deixa-os aquecer sobre a areia,14 Ela abandona os seus ovos na terra, e os deixa aquecer no solo,
15 não pensando que algum pé lhos pisará, ou que algum animal do campo lhos quebrará.15 não pensando que um pé poderá pisá-los e que animais selvagens poderão quebrá-los.
16 E’ cruel com seus filhos, como se não foram seus, e não se inquieta com que seja (possa ser) vã a sua fadiga.16 É cruel com seus filhinhos, como se não fossem seus; não se incomoda de ter sofrido em vão,
17 Deus negou-lhe a sabedoria, não lhe deu inteligência.17 pois Deus lhe negou a sabedoria e não lhe abriu a inteligência.
18 Mas, quando chega a ocasião, levanta ao alto o voo, e faz zombaria do cavalo e do cavaleiro.18 Mas quando alça o vôo, ri-se do cavalo e de seu cavaleiro.
19 E’s tu que dás fortaleza ao cavalo, que circundas o seu pescoço de crina flutuante?19 És tu que dás o vigor ao cavalo, e foste tu que enfeitaste seu pescoço com uma crina ondulante?
20 E’s tu que o ensinas a saltar como o gafanhoto? o fogoso respirar das suas ventas faz terror,20 Que o fazes saltar como um gafanhoto, relinchando terrivelmente?
21 Escava a terra com o seu casco, salta com brio, corre ao encontro dos (inimigos) armados.21 Orgulhoso de sua força, escava a terra com a pata, atira-se à frente das armas.
22 Ri-se do medo, nada o aterra, não retrocede diante da espada.22 Ri-se do medo, nada o assusta, não recua diante da espada.
23 Sobre ele fará ruido á aljava, cintilará a lança e o escudo;23 Sobre ele ressoa a aljava, o ferro brilhante da lança e o dardo;
24 espumando e relinchando (como que) devora a terra, e não faz caso do som da trombeta.24 tremendo de impaciência, devora o espaço, o som da trombeta não o deixa no lugar.
25 Ouvindo o clarim, (como que) diz: Avancemos! Fareja de longe a batalha, a exortação dos capitães e o alarido do exército.25 Ao sinal do clarim, diz: Vamos! De longe fareja a batalha, a voz troante dos chefes e o alarido dos guerreiros.
26 Acaso o açor levanta o voo pela tua sabedoria, estendendo as suas asas para o meio-dia?26 É graças à tua sabedoria que o falcão alça o vôo, e desdobra as suas asas em direção ao meio-dia?
27 Porventura ao teu mandado se remontará a águia, e porá o seu ninho em Lugares altos?27 É por tua ordem que a águia levanta o vôo, e faz seu ninho nas alturas?
28 Mora nos rochedos, aí passa a noite, nos penhasco escarpados, no alto das rochas inacessíveis.28 Ela habita o rochedo, e nele passa a noite, sobre a ponta rochosa e o cimo escarpado.
29 Dali espreita a sua presa; os seus olhos descobrem muito ao longe.29 De lá espia sua presa, seus olhos penetram as distâncias.
30 Os seus filhinhos chupam o sangue, e ela, onde houver carne morta, logo se encontra.30 Seus filhinhos se alimentam de sangue; onde quer que haja cadáveres, ali está ela.
31 O Senhor, dirigindo-se a Job, acrescentou:
32 Porventura o censor do Omnipotente quer disputar com ele? Que aquele, que censura a Deus, responda.
33 Job, porém, respondendo ao Senhor, disse:
34 Eu, desprezível como sou, que coisa posso responder? Ponho a minha mão sobre a minha boca.
35 Uma coisa disse - oxalá não tivesse dito! - e uma outra também, às quais nada mais acrescentarei.