SCRUTATIO

Sabato, 25 luglio 2026 - San Charbel (Giuseppe) Makhluf ( Letture di oggi)

Livro dos Salmos 9


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Biblia Matos SoaresNOVA VULGATA
1 Ao mestre do coro. Segundo a melodia do cântico "Mút labben". Salmo. De Davide.1 Magistro chori. Ad modum cantici " Mut labben ". Psalmus. David.
2 Eu te louvarei. Senhor, com todo o meu coração contarei todas as tuas maravilhas.2 ALEPH. Confitebor tibi, Domine, in toto corde meo,
narrabo omnia mirabilia tua.
3 Alegrar-me-ei e regozijar-me-ei em ti, cantarei salmos ao teu nome, ó (Deus) Altíssimo,3 Laetabor et exsultabo in te,
psallam nomini tuo, Altissime.
4 porque os meus inimigos retrocederam, à tua vista caíram e pereceram.4 BETH. Cum convertuntur inimici mei retrorsum,
infirmantur et pereunt a facie tua.
5 Com efeito, defendeste o meu direito e a minha causa, sentaste-te sobre o trono, como justo juiz.5 Quoniam fecisti iudicium meum et causam meam,
sedisti super thronum, qui iudicas iustitiam.
6 Repreendeste as nações, exterminaste o ímpio, apagaste o seu nome para sempre.6 GHIMEL. Increpasti gentes, perdidisti impium;
nomen eorum delesti in aeternum et in saeculum saeculi.
7 Os inimigos desfaleceram, arruinados para sempre, e destruíste as suas cidades: a memória deles pereceu.7 Inimici defecerunt, solitudines sempiternae factae sunt;
et civitates destruxisti: periit memoria eorum cum ipsis.
8 Porém o Senhor permanece eternamente, preparou o seu trono para exercer o juízo.8 HE. Dominus autem in aeternum sedebit,
paravit in iudicium thronum suum;
9 Ele mesmo julgará o mundo com justiça, julgará os povos com equidade.9 et ipse iudicabit orbem terrae in iustitia,
iudicabit populos in aequitate.
10 E o Senhor será refúgio do oprimido, refúgio oportuno nas horas de angústia.10 VAU. Et erit Dominus refugium oppresso,
refugium in opportunitatibus, in tribulatione.
11 E em ti esperarão os que conhecem o teu nome, porque tu, Senhor, não desamparas os que te buscam.11 Et sperent in te, qui noverunt nomen tuum,
quoniam non dereliquisti quaerentes te, Domine.
12 Cantai ao Senhor, que habita em Sião, divulgai entre os povos as suas obras,12 ZAIN. Psallite Domino, qui habitat in Sion;
annuntiate inter gentes studia eius.
13 porque, vingando o sangue (dos seus servos, mostrou que) se lembrou deles, não se esqueceu do clamor dos pobres.13 Quoniam requirens sanguinem recordatus est eorum,
non est oblitus clamorem pauperum.
14 Tem compaixão de mim, Senhor: vê a aflição que sofro da parte dos meus inimigos, arranca-me das portas da morte,14 HETH. Miserere mei, Domine;
vide afflictionem meam de inimicis meis,
qui exaltas me de portis mortis,
15 para que publique todos os teus louvores às portas da filha de Sião, e exulte com o teu auxilio.15 ut annuntiem omnes laudationes tuas in portis filiae Sion,
exsultem in salutari tuo.
16 As gentes (que me perseguiam) caíram na fossa que cavaram, no mesmo laço, que esconderam (para me prenderem), ficou preso a seu pé.16 TETH. Infixae sunt gentes in fovea, quam fecerunt;
in laqueo isto, quem absconderunt,
comprehensus est pes eorum.
17 (Deste modo) o Senhor manifestou-se, fez justiça; nas obras das suas (próprias) mãos ficou enredado o pecador.17 Manifestavit se Dominus iudicium faciens;
in operibus manuum suarum comprehensus est peccator.
18 Retirem-se para o túmulo os pecadores, todas as gentes que se esqueceram de Deus.18 IOD. Convertentur peccatores in infernum,
omnes gentes, quae obliviscuntur Deum.
19 Com efeito, não estará para sempre esquecido o pobre, nem a confiança dos infelizes será para sempre frustrada.19 CAPH. Quoniam non in finem oblivio erit pauperis;
exspectatio pauperum non peribit in aeternum.
20 Levanta-te, Senhor, não prevaleça o homem (malvado), sejam julgadas as gentes em tua presença.20 Exsurge, Domine, non confortetur homo;
iudicentur gentes in conspectu tuo.
21 Ó Senhor, incute-lhes terror, para que as gentes saibam que são homens.21 Constitue, Domine, terrorem super eos;
sciant gentes quoniam homines sunt.
22 Por que te conservas afastado ó Senhor, te escondes nas horas de angústia, (10,1)
23 enquanto o ímpio se ensoberbece e o mísero é maltratado, é colhido nos embustes que aquele lhe armou? (10,2)
24 Porque o pecador gloria-se da sua cobiça, e, salteador, blasfema, despreza o Senhor. (10,3)
25 Diz o ímpio na arrogância do seu espírito: "Não castigará; Deus não existe": eis todos os pensamentos. (10,4)
26 Prósperos são os seus caminhos a toda a hora; muito afastados estão os teus juízos do seu pensamento; escarnece de todos os seus contrários. (10,5)
27 Diz no seu coração: "Não serei abalado: de geração em geração não serei infeliz." (10,6)
28 A sua boca está cheia de maldição, de fraude e de dolo; debaixo da sua língua estão a opressão e o vexame (para o próximo). (10,7)
29 Põe-se de emboscada, junto dos povoados, e, às escondidas, mata o inocente; os seus olhos espiam o pobre. (10,9)
30 Arma ciladas nos esconderijos, como o leão na sua cova; arma ciladas para arrebatar o mísero: arrebata o mísero e o arrasta para a sua rede. (10,9)
31 Inclina-se, debruça-se por terra, e com a sua violência caem os infelizes. (10,10)
32 Diz no seu coração: "Deus esqueceu-se, apartou o seu rosto, não vê jamais." (10,11)
33 Levanta-te, Senhor Deus, ergue a tua mão! não te esqueças dos pobres! (10,12)
34 Por que razão despreza o ímpio a Deus, e diz no seu coração: "Não castigará?" (10,13)
35 Porém tu vês: consideras o trabalho e a dor (do oprimido), para os tomar nas tuas mãos. A ti se abandona o infeliz, tu és o amparo do órfão. (10,14)
36 Quebra o braço do pecador e do mau; castiga a sua malícia, e não subsistirá. (10,15)
37 O Senhor é rei pelos séculos dos séculos, as gentes foram exterminadas da sua terra. (10,16)
38 Ouviste, Senhor, o desejo dos infelizes, confortaste o seu coração, deste-lhes ouvidos, (10,17)
39 para protegeres o direito do órfão e do oprimido, e para que o homem terreno não volte a incutir terror. (10,18)