SCRUTATIO

Lunedi, 6 luglio 2026 - Santa Maria Goretti ( Letture di oggi)

Livro dos Salmos 77


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1MaskiL De Asaf. Escuta, povo meu, o meu ensinamento; inclina os teus ouvidos às palavras da minha boca.2Abrirei em parábolas a minha boca, publicarei os enigmas dos tempos antigos.3O que ouvimos e aprendemos, e o que nossos pais nos contaram,4não o ocultaremos aos seus filhos, narraremos à geração vindoura os louvores do Senhor, o seu poder e as maravilhas que fez.5Ele fixou uma regra em Jacob, estabeleceu uma lei em Israel, (no sentido de) que tudo o que ordenou aos nossos país, eles o fizessem conhecer a seus filhos,6para que o saiba a geração vindoura, os filhos que hão-de nascer, e estes se levantem e contem também a seus filhos,7para que ponham em Deus a sua esperança, e não se esqueçam das obras de Deus, mas observem os seus mandamentos;8para que não sejam como seus pais, uma geração rebelde e contumaz: uma geração, que não teve coração recto, nem espírito fiel a Deus.9Os filhos de Efraim, que lutavam com o arco, voltaram costas no dia da batalha.10Não guardaram a aliança feita com Deus, recusaram andar na sua lei,11esqueceram-se das suas obras e das maravilhas que fez à vista deles.12Diante de seus pais fez maravilhas na terra do Egipto, no campo de Tanis.13Dividiu o mar, por ele os fez passar, e conteve as águas como um dique.14Guiou-os de dia por meio duma nuvem, e toda a noite com resplendor de fogo.15Fendeu as pedras no deserto, e deu-lhes a beber água, como ondas abundantes.16Fez brotar arroios da pedra, e correr as águas como rios.17(Apesar disto) continuaram a pecar contra ele, a ofender o Altíssimo no deserto.18Tentaram a Deus nos seus corações, pedindo iguarias que fossem do seu gosto.19E falaram contra Deus. Disseram: "Porventura poderá Deus preparar uma mesa no deserto?20Sem dúvida ele feriu a pedra, e correram águas, manaram torrentes; porventura poderá também dar pão, ou preparar carne para o seu povo?"21Por isso o Senhor, ao ouvir isto, ardeu em ira, e um fogo se acendeu contra Jacob, e cresceu a ira contra Israel,22porque (os israelitas) não creram em Deus, nem esperaram no seu auxilio.23Porém, do alto mandou às nuvens e abriu as portas do céu;24fez chover sobre eles maná para comerem, deu-lhes um pão do céu.25O homem comeu o pão dos fortes: enviou-lhes víveres até à saciedade.26Levantou no céu o vento leste e enviou com o seu poder o vento sul.27Fez chover sobre eles carnes (tão abundantes) como pó, aves de penas como areia do mar,28que caíram no meio dos seus acampamentos, em redor das suas tendas.29Comeram c fartaram-se plenamente. Assim (Deus) satisfez o desejo deles.30Todavia, ainda não tinham acabado de saciar o seu apetite, ainda estavam as iguarias na sua boca,31quando a ira de Deus se inflamou contra eles e matou os mais robustos dentre eles, derribou os jovens de Israel.32Depois de tudo isto, voltaram a pecar, não creram nas suas maravilhas.33E consumiu rapidamente os seus dias, e os seus anos com extermínio repentino.34Quando os feria de morte, buscavam-no: convertendo-se, buscavam a Deus;35lembravam-se que Deus era a sua rocha (de defesa), que o Deus altíssimo era seu redentor.36Porém enganavam-no com a sua boca, com a sua língua lhe mentiam.37O seu coração não era recto com ele, nem eram fiéis à sua aliança.38Mas ele, misericordioso, perdoava a sua culpa, não os destruía; conteve muitas vezes a sua ira, não descarregou (contra eles) todo o seu furor.39Lembrou-se que eram carne (frágil), um sopro que passa e não volta.40Quantas vezes o provocaram no deserto, o contristaram na solidão41E voltaram a tentar a Deus, a exacerbar o santo de Israel.42Não se lembraram do que ele tinha feito no dia em que os libertou da mão do opressor,43quando fez resplandecer no Egipto os seus prodígios, e as suas maravilhas no campo de Tanis,44quando converteu em sangue os seus rios e os seus arrolos, para que não pudessem beber deles.45Enviou contra eles moscas, que os devoraram, e rãs, que os infestaram;46entregou as suas colheitas ao pulgão, e o fruto do seu trabalho ao gafanhoto.47Destruiu com saraiva as suas vinhas, e os seus sicómoros com geada.48E entregou à saraiva os seus jumentos, e os seus rebanhos aos raios.49Descarregou sobre eles o furor da sua ira, a indignação, o furor e a tribulação: um tropel de portadores de calamidade.50Abriu caminho à sua ira, não os preservou da morte, e entregou os seus animais à peste.51Feriu todo o primogênito no Egipto, as primícias dos seus partos, nas tendas de Cam.52E fez sair o seu povo como ovelhas, e guiou-os como um rebanho no deserto.53Conduziu-os seguros e não temeram, e o mar cobriu os seus inimigos.54E fez que chegassem à sua terra santa, aos montes que ele adquiriu com a sua dextra.55Expulsou de diante deles as gentes, e repartiu-lhas por sorte em herança, e fez habitar em suas tendas as tribos de Israel.56Eles, porém, tentaram e provocaram de novo ao Deus Altíssimo não guardaram os seus preceitos.57Fraquejaram e prevaricaram como seus pais, desviaram-se como um arco que falha.58Excitaram-no à ira nas suas colinas, e com os ídolos que esculpiram inflamaram-lhe o zelo.59Ouviu-os Deus, ardeu em furor e repudiou asperamente Israel.60E abandonou a morada de Silo, o tabernáculo, onde habitava entre os homens.61E entregou ao cativeiro (a Arca que era) a sua força, e (colocou) a sua glória nas mãos do inimigo.62Entregou o seu povo à espada, indignou-se contra, a sua herança.63O fogo devorou os seus jovens, e as suas virgens não celebraram desposórios.64Os seus sacerdotes pereceram à espada, e as suas viúvas não derramaram lágrimas.65E o Senhor despertou como de um sono, como um guerreiro dominado pelo vinho.66E feriu os seus inimigos pelas costas: infligiu-lhes uma eterna ignomínia.67E rejeitou o tabernáculo de José, e não escolheu a tribo de Efraim,68Mas escolheu a tribo de Judá, o monte de Sião que amou.69Edificou o seu santuário, como um céu, na terra que fundou para sempre.70Escolheu Davide, seu servo, e tomou-o do meio dos apriscos das ovelhas:71chamou-o, quando ia atrás das que amamentavam, para que apascentasse Jacob, seu povo, e Israel, sua herança.72E ele apascentou-os segundo a integridade do seu coração, e com a prudência das suas mãos os conduziu.