SCRUTATIO

Martedi, 14 luglio 2026 - Santa Clelia Barbieri ( Letture di oggi)

Livro dos Salmos 9


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Biblia Matos SoaresBiblia Maria
1 Ao mestre do coro. Segundo a melodia do cântico "Mút labben". Salmo. De Davide.1 Ao mestre de canto. Segundo a melodia “A morte para o filho”. Salmo de Davi.
2 Eu te louvarei. Senhor, com todo o meu coração contarei todas as tuas maravilhas.2 Eu vos louvarei, Senhor, de todo o coração, todas as vossas maravilhas narrarei.
3 Alegrar-me-ei e regozijar-me-ei em ti, cantarei salmos ao teu nome, ó (Deus) Altíssimo,3 Em vós eu estremeço de alegria, cantarei vosso nome, ó Altíssimo!
4 porque os meus inimigos retrocederam, à tua vista caíram e pereceram.4 Porque meus inimigos recuaram, fraquejaram, pereceram ante a vossa face.
5 Com efeito, defendeste o meu direito e a minha causa, sentaste-te sobre o trono, como justo juiz.5 Pois tomastes a vós meu direito e minha causa; assentastes, ó justo Juiz, em vosso tribunal.
6 Repreendeste as nações, exterminaste o ímpio, apagaste o seu nome para sempre.6 Com efeito, perseguistes as nações, destruístes o ímpio; apagastes, para sempre, o seu nome.
7 Os inimigos desfaleceram, arruinados para sempre, e destruíste as suas cidades: a memória deles pereceu.7 Meus inimigos pereceram, consumou-se sua ruína eterna; demolistes suas cidades, sua própria lembrança se acabou.
8 Porém o Senhor permanece eternamente, preparou o seu trono para exercer o juízo.8 O Senhor, porém, domina eternamente; num trono sólido, ele pronuncia seus julgamentos.
9 Ele mesmo julgará o mundo com justiça, julgará os povos com equidade.9 Ele mesmo julgará o universo com justiça, com equidade pronunciará sentença sobre os povos.
10 E o Senhor será refúgio do oprimido, refúgio oportuno nas horas de angústia.10 O Senhor torna-se refúgio para o oprimido, uma defesa oportuna para os tempos de perigo.
11 E em ti esperarão os que conhecem o teu nome, porque tu, Senhor, não desamparas os que te buscam.11 Aqueles que conheceram vosso nome confiarão em vós, porque, Senhor, jamais abandonais quem vos procura.
12 Cantai ao Senhor, que habita em Sião, divulgai entre os povos as suas obras,12 Salmodiai ao Senhor, que habita em Sião; proclamai seus altos feitos entre os povos.
13 porque, vingando o sangue (dos seus servos, mostrou que) se lembrou deles, não se esqueceu do clamor dos pobres.13 Porque, vingador do sangue derramado, ele se lembra deles e não esqueceu o clamor dos infelizes.
14 Tem compaixão de mim, Senhor: vê a aflição que sofro da parte dos meus inimigos, arranca-me das portas da morte,14 Tende piedade de mim, Senhor, vede a miséria a que me reduziram os inimigos; arrancai-me das portas da morte,
15 para que publique todos os teus louvores às portas da filha de Sião, e exulte com o teu auxilio.15 para que nas portas da filha de Sião eu publique vossos louvores, e me regozije de vosso auxílio.
16 As gentes (que me perseguiam) caíram na fossa que cavaram, no mesmo laço, que esconderam (para me prenderem), ficou preso a seu pé.16 Caíram as nações no fosso que cavaram; prenderam-se seus pés na armadilha que armaram.
17 (Deste modo) o Senhor manifestou-se, fez justiça; nas obras das suas (próprias) mãos ficou enredado o pecador.17 O Senhor se manifestou e fez justiça, capturando o ímpio em suas próprias redes.
18 Retirem-se para o túmulo os pecadores, todas as gentes que se esqueceram de Deus.18 Que os pecadores caiam na região dos mortos, todos esses povos que olvidaram a Deus.
19 Com efeito, não estará para sempre esquecido o pobre, nem a confiança dos infelizes será para sempre frustrada.19 O pobre, porém, não ficará no eterno esquecimento; nem a esperança dos aflitos será frustrada para sempre.
20 Levanta-te, Senhor, não prevaleça o homem (malvado), sejam julgadas as gentes em tua presença.20 Levantai-vos, Senhor! Não seja o homem quem tenha a última palavra! Que diante de vós sejam julgadas as nações.
21 Ó Senhor, incute-lhes terror, para que as gentes saibam que são homens.21 Enchei-as de pavor, Senhor, para que saibam que não passam de simples homens.
22 Por que te conservas afastado ó Senhor, te escondes nas horas de angústia, (10,1)22 (l) Senhor, por que ficais tão longe? Por que vos ocultais nas horas de angústia?
23 enquanto o ímpio se ensoberbece e o mísero é maltratado, é colhido nos embustes que aquele lhe armou? (10,2)23 (2) Enquanto o ímpio se enche de orgulho, é vexado o infeliz com as tribulações que aquele tramou.
24 Porque o pecador gloria-se da sua cobiça, e, salteador, blasfema, despreza o Senhor. (10,3)24 (3) O pecador se gloria até de sua cupidez, o cobiçoso blasfema e despreza a Deus.
25 Diz o ímpio na arrogância do seu espírito: "Não castigará; Deus não existe": eis todos os pensamentos. (10,4)25 (4) Em sua arrogância, o ímpio diz: “Não há castigo, Deus não existe”. É tudo e só o que ele pensa.
26 Prósperos são os seus caminhos a toda a hora; muito afastados estão os teus juízos do seu pensamento; escarnece de todos os seus contrários. (10,5)26 (5) Em todos os tempos, próspero é o curso de sua vida; vossos juízos estão acima de seu alcance; quanto a seus adversários, os despreza a todos.
27 Diz no seu coração: "Não serei abalado: de geração em geração não serei infeliz." (10,6)27 (6) Diz no coração: “Nada me abalará, jamais terei má sorte”.
28 A sua boca está cheia de maldição, de fraude e de dolo; debaixo da sua língua estão a opressão e o vexame (para o próximo). (10,7)28 (7) De maledicência, astúcia e dolo sua boca está cheia; em sua língua só existem palavras injuriosas e ofensivas.
29 Põe-se de emboscada, junto dos povoados, e, às escondidas, mata o inocente; os seus olhos espiam o pobre. (10,9)29 (8) Põe-se de emboscada na vizinhança dos povoados, mata o inocente em lugares ocultos; seus olhos vigiam o infeliz.
30 Arma ciladas nos esconderijos, como o leão na sua cova; arma ciladas para arrebatar o mísero: arrebata o mísero e o arrasta para a sua rede. (10,9)30 (9) Como um leão no covil, espreita, no escuro; arma ciladas para surpreender o infeliz, colhe-o, na sua rede, e o arrebata.
31 Inclina-se, debruça-se por terra, e com a sua violência caem os infelizes. (10,10)31 (10) Curva-se, agacha-se no chão, e os infortunados caem em suas garras.
32 Diz no seu coração: "Deus esqueceu-se, apartou o seu rosto, não vê jamais." (10,11)32 (11) Depois diz em seu coração: “Deus depressa se esquecerá, ele voltará a cabeça, nunca vê nada”.
33 Levanta-te, Senhor Deus, ergue a tua mão! não te esqueças dos pobres! (10,12)33 (12) Levantai-vos, Senhor! Estendei a mão, e não vos esqueçais dos pobres.
34 Por que razão despreza o ímpio a Deus, e diz no seu coração: "Não castigará?" (10,13)34 (13) Por que razão o ímpio despreza Deus e diz em seu coração “Não haverá castigo?”
35 Porém tu vês: consideras o trabalho e a dor (do oprimido), para os tomar nas tuas mãos. A ti se abandona o infeliz, tu és o amparo do órfão. (10,14)35 (14) Entretanto, vós vedes tudo: observais os que penam e sofrem, a fim de tomar a causa deles em vossas mãos. É a vós que se abandona o infortunado, sois vós o amparo do órfão.
36 Quebra o braço do pecador e do mau; castiga a sua malícia, e não subsistirá. (10,15)36 (15) Esmagai, pois, o braço do pecador perverso; persegui sua malícia, para que não subsista.
37 O Senhor é rei pelos séculos dos séculos, as gentes foram exterminadas da sua terra. (10,16)37 (16) O Senhor é rei eterno, as nações pagãs desaparecerão de seu domínio.
38 Ouviste, Senhor, o desejo dos infelizes, confortaste o seu coração, deste-lhes ouvidos, (10,17)38 (17) Senhor, ouvistes os desejos dos humildes, confortastes-lhes o coração e os atendestes.
39 para protegeres o direito do órfão e do oprimido, e para que o homem terreno não volte a incutir terror. (10,18)39 (18) Para que justiça seja feita ao órfão e ao oprimido, nem mais incuta terror o homem tirado do pó.