Livro dos Salmos 48
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| Biblia Matos Soares | JERUSALEM |
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| 1 Ao mestre do coro. Dos filhos de Coré. Salmo. | 1 Cantique.Psaume. Des fils de Coré. |
| 2 Ouvi todas isto, ó nações; estai atentos, vós todos que povoais a terra, | 2 Grand, Yahvé, et louable hautement dans la ville de notre Dieu, le mont sacré, |
| 3 tanto os nascidos de plebeus, como os nobres, à uma juntamente o rico e o pobre. | 3 superbe d'élan, joie de toute la terre; le mont Sion, coeur de l'Aquilon, cité du grand roi: |
| 4 A minha boca vai proferir sabedoria, e a meditação do meu coração (manifestará) inteligência. | 4 Dieu, du milieu de ses palais, s'est révélé citadelle. |
| 5 Inclinarei o meu ouvido ao provérbio, resolverei o meu enigma ao som da lira. | 5 Voici, des rois s'étaient ligués, avançant à la fois; |
| 6 Por que hei-de temer eu nos dias maus, quando me circunda a iniquidade dos insidiadores, | 6 ils virent, et du coup stupéfaits, pris de panique, ils décampèrent. |
| 7 que confiam na sua opulência, e se gloriam na multidão das suas riquezas? | 7 Là, un tremblement les saisit, un frisson d'accouchée, |
| 8 Na verdade ninguém pode livrar-se a si próprio, nem dar a Deus o preço do seu resgate; | 8 ce fut le vent d'est qui brise les vaisseaux de Tarsis. |
| 9 o livrar a própria vida é coisa muitíssimo cara e nunca bastará | 9 Comme on nous l'avait dit, nous l'avons vu dans la ville de notre Dieu, dans la ville de YahvéSabaot; Dieu l'affermit à jamais. |
| 10 para que possa viver sempre, sem ver a morte. | 10 Nous méditons, Dieu, ton amour au milieu de ton Temple! |
| 11 Verá, com efeito, que morrem os sábios, o insensato e o néscio perecem igualmente, e deixam a outros as suas riquezas. | 11 Comme ton nom, Dieu, ta louange, jusqu'au bout de la terre! Ta droite est remplie de justice, |
| 12 Os sepulcros serão as suas habitações para sempre, suas moradas de geração em geração, posto que tenham dado os seus nomes às terras. | 12 le mont Sion jubile; les filles de Juda exultent devant tes jugements. |
| 13 De facto o homem não permanecerá na opulência: é semelhante às alimárias que perecem. | 13 Longez Sion, parcourez-la, dénombrez ses tours; |
| 14 Este é o caminho dos que presumem nèsciamente, e este é o fim dos que se deleitam na sua sorte. | 14 que vos coeurs s'attachent à ses murs, détaillez ses palais; pour raconter aux âges futurs |
| 15 Como (um rebanho de) ovelhas, são postos na morada dos mortos; a morte os apascenta, e os justos os dominam. Depressa desaparecerá a sua figura, e a habitação dos mortos será a sua morada. | 15 que lui est Dieu, notre Dieu aux siècles des siècles, lui, il nous conduit! |
| 16 Deus, porém, livrará a minha alma da morada dos mortos, pois me tomará consigo. | |
| 17 Não te dê cuidado quando alguém enriquecer, quando crescer a opulência da sua casa: | |
| 18 realmente, em morrendo nada levará consigo, nem a sua opulência descerá com ele. | |
| 19 Ainda que em vida se tenha felicitado (dizendo): "Hão-de celebrar-te, porque te trataste bem", | |
| 20 irá para a morada de seus pais, que jamais verão a luz. | |
| 21 O homem que vive na opulência e não reflecte, é semelhante às alimárias que perecem. |