SCRUTATIO

Lunedi, 6 luglio 2026 - Sant´Antonio Maria Zaccaria ( Letture di oggi)

Livro de Jó 13


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SAGRADA BIBLIABiblia Matos Soares
1 Meus olhos viram todas essas coisas, meus ouvidos as ouviram e as guardaram;1 Eis que os meus olhos viram todas estas coisas, e o meu ouvido as ouviu, e as compreendi todas.
2 aquilo que vós sabeis, eu também o sei, não vos sou inferior em nada.2 Aquilo que vós sabeis também eu o sei, não vos sou inferior.
3 Mas é com o Todo-poderoso que eu desejaria falar, é com Deus que eu desejaria discutir,3 Contudo, falarei ao Omnipotente, e com Deus desejo conversar,
4 pois vós não sois mais que impostores, não sois senão médicos que não prestam para nada.4 pois vós sois forjadores de mentiras, sois médicos que nada curais.
5 Se pudésseis guardar silêncio, tomar-vos-iam por sábios.5 E oxalá que vós vos calásseis, para poderdes passar por sábios.
6 Escutai, pois, minha defesa, atendei aos quesitos que vou anunciar.6 Ouvi, pois, a minha refutação, e atendei ao juízo dos meus lábios.
7 Para defender Deus, ireis dizer mentiras. Será preciso enganardes em seu favor?7 Porventura necessita Deus dás vossas mentiras, para que em sua defesa faleis com fraude?
8 Tereis, para com ele, juízos preconcebidos, e vos arvorais em ser seus advogados?8 Porventura quereis fazer, em favor de Deus, acepção de pessoas, quereis ser advogados da sua causa?
9 Seria, porventura, bom que ele vos examinasse? Iríeis enganá-lo como se engana um homem?9 Seria do vosso agrado que ele vos examinasse ? Enganá-lo-eis como se engana um homem?
10 Ele não deixará de vos castigar, se tomardes seu partido ocultamente.10 Ele mesmo vos condenará, se secretamente fazeis acepção de pessoas.
11 Sua majestade não vos atemorizará? Seus terrores não vos esmagarão?11 Sim, a sua majestade vos perturbará, e o seu terror cairá sobre vós.
12 Vossos argumentos são razões de poeira, vossas dilapidações são obras de barro.12 Os vossos argumentos são razões de pó, as vossas defesas são de barro.
13 Calai-vos! Deixai-me! Quero falar: aconteça depois o que acontecer!13 Calai-vos por um pouco, deixai-me falar, e venha sobre mim o que vier.
14 Lacero a minha carne com os meus dentes, ponho minha vida em minha mão.14 Por que lacero eu as minhas carnes com os meus dentes, e por que trago eu a minha vida nas minhas mãos?
15 Se ele me mata, nada mais tenho a esperar, e assim mesmo defenderei minha causa diante dele.15 A inda que ele me mate, nele esperarei; mas defenderei na sua presença o meu proceder.
16 Isso já será minha salvação, que o ímpio não seja admitido em sua presença.16 E ele será o meu Salvador, porque nenhum ímpio ousará aparecer diante dos seus olhos.
17 Escutai, pois, meu discurso, dai ouvido às minhas explicações;17 Ouvi as minhas palavras, dai ouvidos ao meu discorrer.
18 estou pronto para defender minha causa, sei que sou eu quem tem razão.18 Se eu for julgado, sei que ei-de ser encontrado justo.
19 Se alguém quiser demandar contra mim no mesmo instante desejarei calar e morrer.19 Quem há que queira entrar comigo em juízo? Venha : por que me consumo eu em silêncio?
20 Poupai-me apenas duas coisas! E não me esconderei de tua face:20 Duas coisas sòmente te peço (ó Senhor) que me faças, e então não me esconderei da tua face:
21 afasta de sobre mim a tua mão, põe um termo ao medo de teus terrores.21 Afasta de mim a tua mão, e não me consterne o teu terror.
22 Chama por mim, e eu te responderei; ou então, falarei eu, e tu terás a réplica.22 Chama por mim, e eu te responderei; ou então falarei eu, e tu responde-me.
23 Quantas faltas e pecados cometi eu? Dá-me a conhecer minhas faltas e minhas ofensas.23 Quantas iniquidades e pecados tenho eu? Mostra-me as minhas maldades e delitos.
24 Por que escondes de mim a tua face, e por que me consideras como um inimigo?24 Por que escondes tu de mim o teu rosto, e por que me consideras teu inimigo?
25 Queres, então, assustar uma folha levada pelo vento, ou perseguir uma folha ressequida?25 Contra uma folha que é arrebatada ao vento, queres mostrar o teu poder, perseguir uma palha seca?
26 Pois queres ditar contra mim amargas sentenças, e queres que me sejam imputadas as faltas de minha mocidade,26 Com efeito, escreves contra mim amarguras, e queres-me consumir pelos pecados de minha mocidade.
27 queres enfiar os meus pés no cepo, espiar todos os meus passos, e contar os rastos de meus pés?27 Tu puseste os meus pés no cepo, observaste todas as minhas veredas (ou ações), consideraste os vestígios de meus pés,
28 {E ele se gasta como um pau bichado, como um tecido devorado pela traça}.28 sendo certo que eu sou consumido como podridão, como um vestido que é comido pela traça.