SCRUTATIO

Martedi, 25 agosto 2026 - San Giuseppe Calasanzio ( Letture di oggi)

Evangelho segundo São Lucas 23


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Biblia Matos SoaresBiblia Maria
1 Levantando-se toda a multidão, levaram-no a Pilatos.1 Levantou-se a sessão e conduziram Jesus dian­te de Pilatos,
2 Começaram a acusá-lo, dizendo: "Encontrámos este homem sublevando a nossa nação, proibindo dar tributo a César, e dizendo que é o Cristo Rei."2 e puseram-se a acusá-lo: “Temos encontrado este homem excitando o povo à revolta, proibindo pagar imposto ao imperador e dizendo-se Messias e rei”.
3 Pilatos interrogou-o: "Tu és o rei dos Judeus?" Ele, respondendo, disse: "Tu o dizes."3 Pilatos perguntou-lhe: “És tu o rei dos judeus?” Jesus res­pondeu: “Sim”.
4 Então Pilatos disse aos príncipes dos sacerdotes e ao povo: "Não encontro neste homem crime algum."4 Declarou Pilatos aos príncipes dos sacerdotes e ao povo: “Eu não acho neste homem culpa alguma”.
5 Porém eles insistiam, cada vez mais, dizendo: "Ele subleva o povo, ensinando por toda a Judeia, desde a Galileia, oude começou, até aqui."5 Mas eles insistiam fortemente: “Ele revoluciona o povo ensinando por toda a Judeia, a começar da Galileia até aqui”.
6 Pilatos, ouvindo falar da Galileia, perguntou se aquele homem era galileu.6 A essas palavras, Pilatos perguntou se ele era galileu.
7 Quando soube que era da jurisdição de Herodes, remeteu-o a Herodes, que, naqueles dias, se encontrava também em Jerusalém.7 E, quando soube que era da jurisdição de Herodes, enviou-o a Herodes, pois justamente naqueles dias se achava em Jerusalém.
8 Herodes, tendo visto Jesus, teve grande alegria, porque havia muito tempo tinha desejo de o ver, por ter ouvido dele muitas coisas, e esperava ver-lhe fazer algum milagre.8 Herodes alegrou-se muito em ver Jesus, pois de longo tempo desejava vê-lo, por ter ouvido falar dele muitas coisas, e esperava presen­ciar algum milagre operado por ele.
9 Fez-lhe muitas perguntas. Mas ele nada lhe respondeu.9 Dirigiu-lhe muitas perguntas, mas Jesus nada respondeu.
10 Estavam presentes os príncipes dos sacerdotes e os escribas, acusando-o com grande insistência.10 Ali estavam os príncipes dos sacer­dotes e os escribas, acusando-o com violência.
11 Herodes com os seus guardas desprezou-o, fez escárnio dele, mandando-o vestir com uma vestidura branca, e tornou-o a enviar a Pilatos.11 Herodes, com a sua guarda, tratou-o com desprezo, escarneceu dele, mandou revesti-lo de uma túnica branca e reenviou-o a Pilatos.
12 Naquele dia, ficaram amigos Herodes e Pilatos; porque antes eram inimigos um do outro.12 Naquele mesmo dia, Pilatos e Herodes fizeram as pazes, pois antes eram inimigos um do outro.
13 Pilatos, tendo chamado os príncipes dos sacerdotes, os magistrados e o povo,13 Pilatos convocou então os príncipes dos sacerdotes, os magis­trados e o povo, e disse-lhes:
14 disse-lhes: "Vós apresentaste-me este homem como amotinador do povo; ora, interrogando-o eu diante de vós, não encontrei nele culpa alguma daquelas de que o acusais.14 “Apresentastes-me este homem como agitador do povo, mas, interrogando-o eu diante de vós, não o achei culpado de nenhum dos crimes de que o acusais.
15 Nem Herodes tão-pouco, porque no-lo remeteu. Nada lhe foi encontrado que mereça morte.15 Nem tampouco Herodes, pois no-lo devolveu. Portanto, ele nada fez que mereça a morte.
16 Por isso soltá-lo-ei depois de castigado."16 Por isso, eu o soltarei depois de o castigar”.
17 (Ora Pilatos era obrigado a soltar-lhes, pela festa (da Páscoa), um preso.)17 [Acontecia que em cada festa ele era obrigado a soltar-lhes um preso.]
18 Mas todo o povo exclamou a uma voz, dizendo : "Faz morrer este, e solta-nos Barrabás;18 Todo o povo gritou a uma voz: “À morte com este, e solta-nos Barrabás.”
19 o qual tinha sido preso por causa de uma sedição levantada na cidade, e por homicidio.19 (Este homem fora lançado ao cárcere devido a uma revolta levantada na cidade, por causa de um homicídio.)
20 Pilatos, que desejava livrar Jesus, falou-lhes de novo.20 Pilatos, porém, querendo soltar Jesus, falou-lhes de novo,
21 Eles, porém, tornaram a gritar: "Crucifica-o, crucifica-o!"21 mas eles vociferavam: “Crucifica-o! Crucifica-o!”.
22 Ele disse-lhes terceira vez: "Mas, que mal fez ele? Não encontro nele causa alguma de morte; castigá-lo-ei, pois, e o soltarei."22 Pela terceira vez, Pilatos ainda interveio: “Mas que mal fez ele, então? Não achei nele nada que mereça a morte; irei, portanto, castigá-lo e, depois, o soltarei”.
23 Eles, porém, insistiam em altos gritos que fosse crucificado ; e os seus clamores iam crescendo.23 Mas eles instavam, recla­mando em altas vozes que fosse crucificado, e os seus clamores recrudesciam.
24 Pilatos, pois, decretou que se executasse o que eles pediam.24 Pilatos pronunciou então a sentença que lhes satisfazia o desejo.
25 Soltou-lhes aquele que tinha sido preso por causa de sedição e de homicídio, como eles reclamavam; e abandonou Jesus ao arbítrio deles.25 Soltou-lhes aquele que eles reclamavam e que havia sido lançado ao cárcere por causa do homicídio e da revolta, e entregou Jesus à vontade deles. (= Mt 27,32-56 = Mc 15,21-41 = Jo 19,17-37 )
26 Quando o iam conduzindo, agarraram um certo Simão Cireneu, que voltava do campo; e puseram a cruz sobre ele, para que a levasse após de Jesus.26 Enquanto o conduziam, detiveram um certo Simão de Cirene, que voltava do campo, e impuseram-lhe a cruz para que a carregasse atrás de Jesus.
27 Seguia-o uma grande multidão de povo e de mulheres, que batiam no peito, e o lamentavam.27 Seguia-o uma grande multidão de povo e de mulheres, que batiam no peito e o lamentavam.
28 Porém Jesus, voltando-se para elas, disse : "Filhas de Jerusalém, não choreis sobre mim, mas chorai sobre vós mesmas e sobre vossos filhos.28 Voltando-se para elas, Jesus disse: “Filhas de Jerusalém, não choreis sobre mim, mas chorai sobre vós mesmas e sobre vossos filhos.
29 Porque eis que virá tempo em que se dirá: Ditosas as estéreis, os seios que não geraram, e os peitos que não amamentaram.29 Porque virão dias em que se dirá: Felizes as estéreis, os ventres que não geraram e os peitos que não amamentaram!
30 Então começarão os homens a dizer aos montes : Caí sobre nós; e aos outeiros : Cobri-nos (Os. 10,8). 31 Porque, se isto se faz no lenho verde, que se fará no seco?"30 Então, dirão aos montes: Caí sobre nós! E aos outeiros: Cobri-nos!
31 Eram também levados com Jesus outros dois, que eram malfeitores, para serem mortos.31 Porque, se eles fazem isso ao lenho verde, que acontecerá ao seco?”.
32 Jesus morre sobre a Cruz.32 Eram conduzidos ao mesmo tempo dois malfeitores para serem mortos com Jesus.
33 Quando chegaram ao lugar que se chama Calvário, ali o crucificaram a ele e aos ladrões, um à direita e outro à esquerda.33 Chegados que foram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, como também os ladrões, um à direita e outro à esquerda.
34 Jesus dizia: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem ." Dividindo os seus vestidos, sortearam-nos (S. 21,19).34 E Jesus dizia: “Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem”. Eles dividiram as suas vestes e as sortearam.
35 O povo estava observando. Os príncipes dos sacerdotes ( com o povo ) o escarneciam, dizendo: "Salvou os outros, salve-se a si mesmo, se é o Cristo, o escolhido de Deus."35 A multidão conservava-se lá e observava. Os príncipes dos sacerdotes escarne­ciam de Jesus, dizendo: “Salvou a outros, que se salve a si próprio, se é o Cristo, o escolhido de Deus!”.
36 Insultavam-no também os soldados, os quais, aproximando-se dele e oferecendo-lhe vinagre,36 Do mesmo modo zombavam dele os soldados. Aproximavam-se dele, ofereciam-lhe vinagre e diziam:
37 diziam : "Se és o rei dos Judeus, salva-te a ti mesmo."37 “Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo”.
38 Estava também por cima da sua cabeça uma inscrição : Este é o rei dos Judeus.38 Por cima de sua cabeça pendia esta inscrição: “Este é o rei dos judeus”.
39 Um daqueles ladrões, que estavam pendurados, blasfemava contra ele, dizendo: "Se és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós."39 Um dos malfeitores, ali crucificados, blasfemava contra ele: “Se és o Cristo, salva-te a ti mesmo e salva-nos a nós!”.
40 O outro, porém, tomando a palavra, repreendia-o, dizendo: "Nem tu temes a Deus, estando no mesmo suplício?"40 Mas o outro o repreendeu: “Nem sequer temes a Deus, tu que sofres no mesmo suplício?
41 Nós estamos na verdade justamente, porque recebemos o castigo que merecem as nossas acções, mas este não fez nenhum mal.41 Para nós isto é justo: recebemos o que mereceram os nossos crimes, mas este não fez mal algum.”
42 E dizia a Jesus: "Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino."42 E acrescentou: “Jesus, lembra-te de mim, quando tiveres entrado no teu Reino!”.
43 Jesus disse-lhe: "Em verdade te digo: Hoje estarás comigo no paraíso."43 Jesus respondeu-lhe: “Em verdade te digo: hoje estarás comigo no paraíso”.
44 Era então quase a hora, sexta, e toda a terra ficou coberta de trevas até à hora nona;44 Era quase à hora sexta e em toda a terra houve trevas até a hora nona.
45 escureceu-se o sol, e rasgou-se pelo meio o véu do templo.45 Escureceu-se o sol e o véu do templo rasgou-se pelo meio.
46 Jesus, exclamando em alta voz, disse: "Pai, nas tuas mãos encomendo o meu espírito (S. 30,6)." Dizendo isto, expirou.46 Jesus deu então um grande brado e disse: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. E, dizendo isso, expirou.
47 O centurião, vendo o que tinha acontecido, glorificou a Deus, dizendo : "Na verdade este homem era justo."47 Vendo o centurião o que acontecia, deu glória a Deus e disse: “Na verdade, este homem era um justo”.
48 E toda a multidão que assistia a este espectáculo, e via o que sucedia, retirava-se, batendo no peito.48 E toda a multidão dos que assistiam a esse espetáculo e viam o que se passava voltou batendo no peito.
49 Todos os conhecidos de Jesus, e as mulheres que o tinham seguido desde a Galileia, estavam de longe observando estas coisas.49 Os amigos de Jesus, como também as mulheres que o tinham seguido desde a Galileia, conservavam-se a certa distância, e observavam estas coisas. (= Mt 27,57-61 = Mc 15,42-47 = Jo 19,38-42 )
50 Então um homem, chamado José, que era membro do Sinédrio, varão bom e justo,50 Havia um homem, por nome José, membro do conselho, homem reto e justo.
51 que não tinha concordado com a determinação dos outros, nem com os seus actos, oriundo de Arimateia, cidade da Judeia, que também esperava o reino de Deus,51 Ele não havia concordado com a decisão dos outros nem com os atos deles. Originário de Arimateia, cidade da Judeia, esperava ele o Reino de Deus.
52 foi ter com Pilatos, e pediu-lhe o corpo de Jesus.52 Foi ter com Pilatos e lhe pediu o corpo de Jesus.
53 Tendo-o descido da cruz, envolveu-o num lençol, e depositou-o num sepulcro aberto na rocha, no qual ainda ninguém tinha sido sepultado,53 Ele o desceu da cruz, envolveu-o em um pano de linho e colocou-o num sepulcro, escavado na rocha, onde ainda ninguém havia sido depositado.
54 Era o dia da Preparação, e o sábado ia começar.54 Era o dia da Preparação e já ia principiar o sábado.
55 Ora as mulheres, que tinham ido da Galileia com Jesus, indo atrás de José, observaram o sepulcro, e de que modo o corpo de Jesus fora nele depositado.55 As mulheres, que ti­nham vindo com Jesus da Galileia, acompanharam José. Elas viram o túmulo e o modo como o corpo de Jesus ali fora depositado.
56 Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, estiveram em repouso, segundo a lei.56 Elas voltaram e prepararam aromas e bálsamos. No dia de sábado, obser­varam o preceito do repouso. (= Mt 28,1-8 = Mc 16,1-8 )