SCRUTATIO

Mercoledi, 15 luglio 2026 - San Bonaventura ( Letture di oggi)

Livro da Sabedoria 11


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Biblia Matos SoaresBiblia Maria
1 Foi ela que deu bom sucesso aos seus empreendimentos, por mãos dum santo profeta.1 Pela mão de um santo profeta aplanou suas dificuldades;
2 Atravessaram um deserto desabitado, e em lugares ermos fixaram as suas tendas.2 eles atravessaram um deserto inabitado, e levantaram suas tendas em lugares ermos;
3 Fizeram frente aos seus inimigos, e repeliram os seus contrários.3 resistiram aos que os atacavam, e repeliram seus inimigos.
4 Tiveram sede, e invocaram-te, e foi-lhes dada água duma rocha escarpada, refrigério de sede duma dura pedra.4 Tiveram sede e clamaram a vós: do rochedo abrupto a água lhes foi dada, e da pedra seca estancaram sua sede.
5 Pois, por aquilo mesmo com que os seus inimigos tinham sido castigados, que foi pela falta de água com que matar a sede, com essa os filhos de Israel se alegravam, tendo-a em abundância.5 Porque os elementos que tinham servido para punir seus inimigos, foram-lhes dados, na sua necessidade, como benefício:
6 Por isso, quando aqueles faltou, tiveram-na eles em abundância.6 em lugar das ondas de um rio perene turvadas por uma lama de sangue,
7 Na verdade, em lugar das águas dum rio perene, turvadas por sangue impuro,7 pela punição do decreto que consagrava crianças à morte, vós lhes destes, de maneira inesperada, água em abundância,
8 em castigo do decreto infanticida, deste (ao teu povo) água abundante, contra toda a expectativa,8 mostrando-lhes, pela sede que então sofreram, como punistes seus inimigos.
9 mostrando por esta sede, que então houve, de que modo castigavas os adversários.9 Por isso, tratados com piedade na sua provação, reconheceram quanto deviam ter sofrido os ímpios, julgados com ira.
10 Porque, quando foram provados, recebendo, muito embora, um castigo com misericórdia, reconheceram de que maneira padeciam tormentos os ímpios, julgados na ira.10 A estes provastes como um pai que corrige, mas a outros provastes como um rei severo que condena.
11 A uns provaste como pai que corrige; porém, aos outros castigaste, como rei severo que condena.11 Tanto estando longe como perto, a dor os consumiu da mesma forma,
12 Quer ausentes quer presentes, eram igualmente atormentados.12 porque tiveram um segundo para se entristecer e gemer à lembrança dos males passados.
13 Foram tomados duma dupla amargura, gemeram com a lembrança das coisas passadas.13 Compreendendo, com efeito, que o que era para eles castigo, era para outros ocasião de benefício, sentiram a mão do Senhor;
14 Pois, quando ouviam dizer que fora um bem para os outros o que para eles tinha sido tormento, logo sentiram o (braço do) Senhor.14 e aquele que, outrora exposto e abandonado, tinham repelido com zombaria, admiraram-no finalmente, porque sofreram uma sede diferente da sede do justo.
15 Aquele que tinham repelido e escarnecido, foi, no fim do sucesso, motivo da sua admiração, quando sentiram uma sede tão diferente da sede dos justos.15 Por outro lado, para os punir dos loucos pensamentos de sua perversidade, que os faziam extraviar-se na adoração de répteis irracionais e de vis animais, enviastes contra eles uma multidão de animais estúpidos,
16 Em castigo dos pensamentos loucos da sua iniquidade, em virtude dos quais, errando, adoravam répteis irracionais e animais desprezíveis, enviaste contra eles uma multidão de animais estúpidos,16 a fim de que compreendessem que, por onde cada um peca, será punido.
17 para que soubessem que cada um é punido com aquilo por que peca.17 Não era difícil à vossa mão todo-poderosa, que formou o mundo de matéria informe, mandar contra eles bandos de ursos e de leões ferozes,
18 Não era difícil à tua mão omnipotente, que formou o mundo de uma matéria informe, mandar contra eles uma multidão de ursos ou de leões arremetedores,18 ou animais desconhecidos e de uma nova espécie, cheios de furor, exalando um hálito inflamado, ou espalhando um fumo infeto, ou lançando de seus olhos faíscas terríveis,
19 ou animais desconhecidos, duma nova espécie, cheios de furor, que lançassem, respirando, um sopro flamejante, que exalassem um fumo infecto, ou despedissem dos olhos horrendas faíscas,19 capazes não só de os exterminar com seus golpes, mas ainda de os matar de terror só pelo seu aspecto.
20 capazes não só de os exterminar com as suas mordeduras, mas até de os fazer morrer de pavor com o seu aspecto.20 E, mesmo sem isso, eles poderiam perecer por um sopro, perseguidos pela justiça e arrebatados pelo vento de vosso poder; mas, dispusestes tudo com medida, quantidade e peso,
21 Mas, mesmo sem nada disto, podiam ser mortos só com um sopro, perseguidos pela justiça e dissipados pelo sopro do teu poder. Porém todas as coisas dispusetes com medida, conta e peso.21 porque sempre vos é possível mostrar vosso poder imenso, e quem poderá resistir à força de vosso braço?
22 Porque só tu tens sempre à mão o supremo poder; e quem poderá resistir à força do teu braço?22 Diante de vós o mundo inteiro é como um nada, que faz pender a balança, ou como uma gota de orvalho, que desce de madrugada sobre a terra.
23 Todo o mundo diante de ti é como um pequeno grão na balança, e como uma gota de orvalho que cai, de madrugada sobre a terra.23 Tendes compaixão de todos, porque vós podeis tudo; e para que se arrependam, fechais os olhos aos pecados dos homens.
24 Tu tens compaixão de todos, porque tudo podes, e não olhas para os pecados dos homens, para que façam penitência.24 Porque amais tudo que existe, e não odiais nada do que fizestes, porquanto, se o odiásseis, não o teríeis feito de modo algum.
25 Tu amas tudo o que existe, e não aborreces nada do que fizeste; porque, se aborrecesses alguma coisa, não a terias nem criado.25 Como poderia subsistir qualquer coisa, se não o tivésseis querido, e conservar a existência, se por vós não tivesse sido chamada?
26 E como poderia subsistir uma coisa, se tu o não quisesses? Ou de que modo se conservaria o que por ti não fosse chamado?26 Mas poupais todos os seres, porque todos são vossos, ó Senhor, que amais a vida.
27 És indulgente para com todas as criaturas, porque são tuas ó Senhor, que amas a vida.