SCRUTATIO

Martedi, 7 luglio 2026 - Sant´Edda ( Letture di oggi)

Cântico dos Cânticos 2


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Biblia Matos SoaresPeshitta
1 Eu sou a flor do campo, o lírio dos vales.1 ܐܝܟ ܫܘܫܢܬ ܫܪܘܝܢܐ ܫܘܫܢܬ ܥܘܡܩܐ
2 Como lírio entre os espinhos, assim é a minha amiga entre as donzelas.2 ܐܝܟ ܫܘ̈ܫܢܐ ܒܝܢ̈ܬ ܟܘ̈ܒܐ ܗܟܢܐ ܩܪ̈ܝܒܬܝ ܒܝܢ̈ܬ ܒܢ̈ܬܐ
3 Como a macieira entre as árvores dos bosques, assim é o meu amado entre os jovens. Sentei-me à sombra daquele a quem tanto tinha desejado, e o seu fruto é doce à minha boca.3 ܐܝܟ ܚܙܘܪܐ ܒܩܝ̈ܣܐ ܕܥܒܐ ܗܟܢܐ ܕܕܝ ܒܝ̈ܢܬ ܒܢܝ̈ܐ ܒܛܠܠܗ ܐܬܪܓܪܓܬ ܘܝܬܒܬ ܦܐܪܗ ܚܠܐ ܠܚܟܝ
4 Ele introduziu-me na sala do festim, desfraldou contra mim a bandeira do amor.4 ܐܥܠܘܢܝ ܠܒܝܬ ܚܡܪܐ ܛܟܣܘ ܥܠܝ ܪܚܡܬܐ
5 Confortai-me com doces de uvas passas, fortalecei-me com frutos, porque desfaleço de amor.5 ܣܡܘܢܝ ܒܦܘܢ̈ܩܐ ܐܟܪܟܘܢܝ ܒܚܙܘܪ̈ܐ ܡܛܠ ܕܟܪܝܗܬ ܪܚܡܬܐ ܐܢܐ
6 A sua mão esquerda está debaixo da minha cabeça, e a sua mão direita abraça-me.6 ܣܡܠܗ ܬܚܝܬ ܪܝܫܝ ܘܝܡܝܢܗ ܬܥܦܩܢܝ
7 Eu vos conjuro, filhas de Jerusalém, pelas gazelas e corças do campo, que não perturbeis nem acordeis a minha amada, antes que ela queira.7 ܐܘܡ̈ܝܬܟܝܢ ܒܢ̈ܬ ܐܘܪܫܠܡ ܒܛܒ̈ܝܐ ܐܘ ܒ̈ܥܘܙܝܠܐ ܕܚܩܠܐ ܐܢ ܬܥܝܪ̈ܢ ܘܐܢ ܬܥܝܪ̈ܢ ܝܬ ܪܚܡܬܐ ܥܕܡܐ ܕܬܨܒܐ
8 Ouço a voz do meu amado! Ei-lo aí vem, saltando sobre os montes, pulando sobre os outeiros.8 ܩܠܗ ܕܕܕܝ ܗܐ ܗܢܐ ܕܐܬܐ ܡܫܘܪ ܥܠ ܛܘܪ̈ܐ ܡܩܝܙ ܥܠ ܪ̈ܡܬܐ
9 O meu amado é semelhante a uma gazela e a um veadinho. Ei-lo que está por detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando através das gelosias.9 ܕܡ̇ܐ ܕܕܝ ܠܛܒܝܐ ܐܘ ܠܥܘܙܝܠܐ ܕܐܝ̈ܠܐ ܗܐ ܗܘ ܩܐܡ ܒܣܬܪ ܐܣܬܢ ܡܕܝܩ ܡܢ ܟܘ̈ܐ ܡܪܟܢ ܡܢ ܨܝܪ̈ܬܐ
10 Eis o meu amado, que me diz: Levanta-te, rainha amada, formosa minha e vem (ao campo).10 ܥܢܐ ܕܕܝ ܘܐܡܪ ܠܝ ܩܘܡܝ ܠܟܝ ܩܪܝܒܬܝ̈ ܫܦܝܪܬܝ̈ ܘܙܠ ܠܟܝ
11 Eis que já passou o inverno, já se foram, cessaram de todo as chuvas.11 ܡܛܠ ܕܗܐ ܣܬܘܐ ܥܒܪ ܡܛܪܐ ܥܒܪ ܘܐܙܠ ܠܗ
12 Apareceram as flores na nossa terra, chegou o tempo dos cantares, ouviu-se na nossa terra a voz da rola;12 ܗ̈ܒܒܐ ܐܬܚܙܝܘ ܒܐܪܥܐ ܙܒܢܐ ܕܟܣܚܐ ܡܛܐ ܘܩܠܐ ܕܫܘܦܢܝܢܐ ܐܫܬܡܥ ܒܐܬܪܢ
13 a figueira começou a brotar os seus figos, as vinhas em flor espalham o seu perfume. Levanta-te, amiga minha, formosa minha, e vem !13 ܬܬܐ ܝܗܒܬ ܦܩܘ̈ܥܝܗ̇ ܓܘ̈ܦܢܐ ܘܣܡܕܪ̈ܐ ܝܗܒܘ ܪܝܚܐ ܩܘܡܝ ܠܟܝ ܫܦܝܪ̈ܬܝ̈ ܩܪ̈ܝܒܬܝ̈ ܘܬܝ ܠܟܝ
14 Pomba minha, tu (que te recolhes) nas aberturas da pedra, nas fendas dos rochedos escarpados, mostra-me a tua face, ressoe a tua voz aos meus ouvidos, porque a tua voz é doce, e a tua face graciosa.14 ܝܘܢܝ̈ ܒܚܘܠܒܐ ܕܫܘܥܐ ܒܣܬܪܐ ܕܣܝܓܐ ܚܘܐܝܢܝ ܚܙܘܟܝ ܘܐܫܡܥܝܢܝ ܩܠܟܝ ܡܛܠ ܕܩܠܟܝ ܒܣܝܡ ܘܚܙܘܟܝ ܝܐܐ
15 Apanhai-nos as raposas, as raposas pequenas que destroem as vinhas, porque a nossa vinha está já em flor.15 ܐܚܘܕ ܠܢ ܬ̈ܥܠܐ ܬ̈ܥܠܐ ܕܩ̈ܕܩܐ ܡܚ̈ܒܠܝ ܟܪ̈ܡܐ ܘܟܪ̈ܡܝܢ ܕܣܡܕܪ̈ܐ
16 O meu amado é para mim e eu para ele, apascenta (o seu rebanho) entre os lírios!16 ܕܕܝ ܠܝ ܘܐܢܐ ܠܗ ܕܪܥܐ ܒܫ̈ܘܫܢܐ
17 Antes que chegue o fresco do dia e se inclinem as sombras, volta! Sê semelhante, amado meu, à gazela e ao veadinho, (que corre) sobre os montes de Beter.17 ܥܕ ܢܦܘܓ ܝܘܡܐ ܘܢܪܟܢܘܢ ܛ̈ܠܠܐ ܐܬܗܦܟ ܕܡܝ ܠܟ ܕܕܝ ܠܛܒܝܐ ܐܘ ܠܥܘܙܝܠܐ ܕܐܝ̈ܠܐ ܥܠ ܛܘܪ̈ܝ ܒܣ̈ܡܢܐ