SCRUTATIO

Giovedi, 16 luglio 2026 - San Bonaventura ( Letture di oggi)

Atos dos Apóstolos 19


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1 Ora aconteceu que, estando Apolo em Corinto, Paulo, depois de ter atravessado as províncias superiores (da Ásia), chegou a Éfeso, onde encontrou alguns discípulos.1 Enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo atravessou as províncias superiores e chegou a Éfeso, onde achou alguns discípulos e indagou deles:
2 Disse-lhes: "Vós recebestes o Espírito Santo, quando abraçastes a fé? "Responderam-lhe: "Nem sequer ouvimos dizer que há Espírito Santo."2 “Recebestes o Espírito Santo, quando abraçastes a fé?”. Responderam-lhe: “Não, nem sequer ouvimos dizer que há um Espírito Santo!” –.
3 Ele replicou: "Em que baptismo, pois, fostes baptizados?" Responderam: "No baptismo de João."3 “Então, em que batismo fostes batizados?” – perguntou Paulo. Disseram: “No batismo de João.”
4 Então disse Paulo: "João baptizou o povo com baptismo de penitência, dizendo que cressem naquele que havia de vir depois dele, isto é, em Jesus."4 Paulo então replicou: “João só dava um batismo de penitência, dizendo ao povo que cresse naquele que havia de vir depois dele, isto é, em Jesus”.
5 Ouvindo isto, foram baptizados em nome do Senhor Jesus.5 Ouvindo isso, foram batizados em nome do Senhor Jesus.
6 E, tendo-lhes Paulo imposto as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo, e falavam (diversas) línguas e profetizavam.6 E quando Paulo lhes impôs as mãos, o Espírito Santo desceu sobre eles, e falavam em línguas estranhas e profetizavam.
7 Eram ao todo cerca de doze pessoas.7 Eram ao todo uns doze homens.
8 Paulo, entrando na sinagoga, falou com liberdade durante três meses, disputando e persuadindo-os acerca do reino de Deus.8 Paulo entrou na sinagoga e falou com desas­som­bro por três meses, disputando e persuadindo-os acerca do Reino de Deus.
9 Mas, endurecendo-se alguns, e não crendo e dizendo mal do caminho do Senhor diante da multidão, (Paulo), apartando-se deles, formou um grupo à parte com os discípulos e ensinou todos os dias na escola de Tirano.9 Mas, como alguns se endurecessem e não cressem, desacreditando a sua doutrina diante da multidão, apartou-se deles e reuniu à parte os discípulos, onde os ensinava diariamente na escola de um certo Tirano.
10 Isto durante dois anos, de tal maneira que todos os que habitavam na Ásia (pro-consular) ouviram a palavra do Senhor, Judeus e Gregos.10 Isso durou dois anos, de tal maneira que todos os habitantes da Ásia, judeus e gentios, puderam ouvir a palavra do Senhor.
11 Deus fazia milagres não vulgares por mão de Paulo,11 Deus fazia milagres extra­or­dinários por intermédio de Paulo, de modo que lenços e outros panos que tinham tocado o seu corpo eram levados aos enfermos;
12 de tal modo que até, sendo aplicados aos enfermos os lenços e aventais que tinham tocado no seu corpo, não só saíam deles as doenças, mas também os espíritos malignos se retiravam.12 e afastavam-se deles as doenças e retiravam-se os espíritos malignos.
13 Alguns dos exorcistas judeus, que percorriam o país, também tentaram invocar o nome do Senhor Jesus sobre os que tinham espíritos malignos, dizendo: "Eu vos esconjuro por Jesus, a quem Paulo prega."13 Alguns judeus exorcistas que percorriam vários lugares inventaram invocar o nome do Senhor Jesus sobre os que se achavam possessos dos espíritos malignos, com as palavras: “Esconjuro-vos por Jesus, a quem Paulo prega”.
14 Os que faziam isto eram sete filhos de um tal Scevas, judeu e príncipe dos sacerdotes.14 Assim procediam os sete filhos de um judeu chamado Cevas, sumo sacerdote.
15 Mas o espírito maligno, respondendo, disse-lhes: "Eu conheço Jesus e sei quem é Paulo. Mas vós quem sois?"15 Mas o espírito malig­no replicou-lhes: “Conheço Jesus e sei quem é Paulo. Mas vós, quem sois?”.
16 E o homem, possesso do espírito mau, saltando sobre eles e apoderando-se de ambos, maltratou-os de tal maneira que, nus e feridos, fugiram daquela casa.16 Nisso, o homem possuído do espírito maligno, saltando sobre eles, apoderou-se de dois deles e subjugou-os de tal maneira, que tiveram de fugir daquela casa feridos e com as roupas estraçalhadas.
17 Este facto tornou-se notório a todos os Judeus e Gregos, que habitavam em Êfeso, caiu sobre todos eles o temor, e o nome do Senhor Jesus era glorificado,17 Este caso tornou-se (em breve) conhecido de todos os judeus e gregos de Éfeso, e encheu-os de temor e engrandeceram o nome do Senhor Jesus.
18 Muitos dos que tinham crido, iam confessar e manifestar as suas obras.18 Muitos dos que haviam acreditado vinham confessar e declarar as suas obras.
19 Muitos também daqueles que se tinham entregado à magia, trouxeram os seus livros e queimaram-nos diante de todos. Calculando o seu valor, acharam que montava a cinqüenta mil moedas de prata.19 Muitos também, que tinham exercido artes mágicas, ajuntaram os seus livros e queimaram-nos diante de todos. Calculou-se o seu valor, e achou-se que montava a cinquenta mil moedas de prata.
20 Deste modo crescia poderosamente e firmava-se a palavra de Deus.20 Foi assim que o poder do Senhor fez crescer a palavra e a tornou sempre mais eficaz.
21 Concluídas estas coisas, Paulo concebeu o projecto de ir a Jerusalém, atravessando a Macedônia e a Acaia, dizendo: "Depois de ir lá, é necessário que veja também Roma."21 Concluídas essas coisas, Paulo resolveu ir a Jerusalém, depois de atravessar a Macedônia e a Acaia. “Depois de eu ter estado lá” – disse ele –, “é necessário que veja também Roma.”
22 E, enviando à Macedônia dois dos que lhe assistiam, Timóteo e Erasto, demorou-se ainda algum tempo na Asia.22 Enviou à Macedônia dois dos seus auxiliares, Timóteo e Erasto, mas ele mesmo se demorou ainda por algum tempo na Ásia.
23 Neste tempo, surgiu um grande tumulto a propósito do caminho (do Senhor).23 Por esse tempo, ocorreu um grande alvoroço a respeito do Evangelho.
24 Com efeito, um certo ourives de prata, chamado Demétrio, que fazia de prata uns pequenos templos de Ártemis, dava muito ganho aos (seus) artífices.24 Um ourives, chamado Demétrio, que fazia de prata templozi­nhos de Ártemis, dava muito a ganhar aos artífices.
25 Convocando ele estes e outros que trabalhavam em obras semelhantes, disse: "Amigos, sabeis que o nosso ganho nos vem desta indústria.25 Convocou-os, juntamente com os demais operários do mesmo ramo, e disse: “Conheceis o lucro que nos resulta desta indústria.
26 Ora vedes e ouvis dizer que não só em Éfeso, mas em quase toda a Ásia, este Paulo, com as suas persuasões seduziu e afastou muita gente, dizendo que não são deuses aqueles que se fabricam com as mãos.26 Ora, estais vendo e ouvindo que não só em Éfeso, mas quase em toda a Ásia, esse Paulo tem persuadido e desencaminhado muita gente, dizendo que não são deuses os ídolos que são feitos por mãos de homens.
27 É, pois, para temer, não só que a nossa indústria caia em descrédito, mas também que o templo da grande Ártemis, seja tido em nada, e comece a cair por terra a majestade daquela, a quem toda a Ásia e o mundo adoram."27 Daí não somente há perigo de que essa nossa corporação caia em descrédito, como também que o templo da grande Ártemis seja desconsiderado, e até mesmo seja despojada de sua majestade aquela que toda a Ásia e o mundo inteiro adoram.”
28 Ouvindo isto, encheram-se de ira e exclamaram: "Grande é a Ártemis dos Efésios!"28 Essas palavras encheram-nos de ira e puseram-se a gritar: “Viva a Ártemis dos efésios!”.
29 Encheu-se a cidade de confusão, e todos, à uma, arremeteram ao teatro, arrastando consigo Gaio e Aristarco, macedônios, companheiros de Paulo.29 A cidade alvoroçou-se e todos correram ao teatro levando consigo Caio e Aristarco, macedônios e companheiros de Paulo.
30 Paulo queria apresentar-se ao povo, mas os discípulos não o deixaram.30 Paulo queria apresentar-se ao povo, mas os discípulos não o deixaram.
31 Até alguns dos asíarcas, que eram seus amigos, lhe mandaram pedir que não se apresentasse no teatro.31 Até alguns dos asiarcas, que eram seus amigos, enviaram-lhe recado, pedindo que não se aventurasse a ir ao teatro.
32 Uns gritavam de um modo, outros de outro modo. Porquanto aquela concorrência (do povo) estava em confusão, e a maior parte não sabia por que se tinha juntado.32 Todos gritavam ao mesmo tempo. A assembleia era uma grande confusão e a maioria nem sabia por que se achavam ali reunidos.
33 Então tiraram Alexandre de entre a turba, levando-o aos empurrões os Judeus. Mas Alexandre, pedindo silêncio com a mão, queria defender-se perante o povo.33 Então fizeram sair do meio da turba Alexandre, que os judeus empurravam para a frente. Alexandre, fazendo sinal com a mão, queria dar satisfação ao povo.
34 Todavia, logo que conheceram que ele era judeu, todos, a uma voz, gritaram pelo espaço de quase duas horas: "Grande é a Ártemis dos Efésios!"34 Mas quando perceberam que ele era judeu, todos a uma voz gritaram pelo espaço de quase duas horas: “Viva a Ártemis dos efésios!”.
35 Então o secretário, tendo apaziguado a multidão, disse: "Homens de Éfeso, qual é o homem que não saiba que a cidade de Éfeso é a guarda da grande Ártemis e da sua estátua caída do céu!35 Então, o escrivão da cidade (veio) para apaziguar a multidão e disse: “Efésios, que homem há que não saiba que a cidade de Éfeso cultua a grande Ártemis, e que a sua estátua caiu dos céus?
36 Não podendo contradizer-se isto, convém que sossegueis e que nada façais inconsideradamente.36 Se isso é incontestável, convém que vos sossegueis e nada façais inconsidera­damente.
37 Porque estes homens, que conduzistes aqui, nem são sacrílegos, nem blasfemadores da vossa deusa.37 Estes homens, que aqui trouxestes, não são sacrílegos nem blasfemadores da vossa deusa.
38 Mas, se Demétrio e os artistas que estão com ele têm alguma queixa contra algum, audiências forenses se realizam e há procônsules; discutam lá entre si.38 Mas, se Demétrio e os outros artífices têm alguma queixa contra alguém, os tribunais estão abertos e aí estão os magistrados: institua-se um processo contra eles.
39 Se pretendeis alguma outra coisa, poderá decidir-se em assembléia legal.39 Se tendes reclamação a fazer, a assembleia legal decidirá.
40 Com efeito, até corremos risco de ser arguidos de sedição pelo que hoje se passou, não havendo nenhum motivo com que possamos justificar este ajuntamento tumultuoso." Tendo dito isto, despediu o ajuntamento.40 Do que se deu hoje, até corremos risco de sermos acusados de rebelião, porque não há motivo algum que nos permita justificar este concurso”.
41 A essas palavras, dissolveu-se a aglomeração.