SCRUTATIO

Lunedi, 6 luglio 2026 - Santa Maria Goretti ( Letture di oggi)

Atos dos Apóstolos 21


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1Tendo-nos feito à vela, depois que nos separámos deles, fomos directamente a Cós; no dia seguinte, a Rodes, e dali a Pátara.2Tendo encontrado um navio que passava pela Fenicia, embarcámos nele e fizemo-nos à vela.3Chegados a vista de Chipre, deixando-a à esquerda, navegámos para a Síria e chegámos a Tiro, onde devia o navio deixar a sua carga.4Tendo encontrado lá discípulos, detivemo-nos sete dias. Inspirados pelo Espirito Santo, diziam eles a Paulo que não subisse a Jerusalém.5Passados estes sete (dias), partimos, acompanhando-nos todos com as mulheres e filhos até fora da cidade. Postos de joelhos na praia, fizemos oração.6Em seguida, tendo-nos despedido-uns dos outros, embarcámos, e eles voltaram para suas casas.7E nós, concluída a nossa navegação, de Tiro chegamos a Ptolemaida, onde, saudados os irmãos, nos demoramos um dia com eles.8Tendo partido no dia seguinte, chegamos a Cesareia, e, entrando em casa de Filipe, o Evangelista, que era um dos sete (diáconos), ficamos com ele.9Tinha ele quatro filhas virgens que profetizavam.10Demorando-nos ali alguns dias, chegou da Judeia um profeta chamado Agabo.11Este veio ter connosco, tomou a cinta de Paulo, e, atando-se os pés e as mãos, disse: "Isto diz o Espírito Santo: Assim atarão os Judeus em Jerusalém ao homem a quem pertence esta cinta, e o entregarão nas mãos dos gentios."12Quando ouvimos isto, nós e os que eram daquele lugar, rogamos-lhe que não fosse a Jerusalém.13Então Paulo respondeu: "Que fazeis, chorando e afligindo o meu coração? Porque estou pronto não só para ser atado, mas até para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus."14E, não o podendo persuadir, cessámos com as nossas instâncias, dizendo: "Seja feita a vontade do Senhor."15Depois destes dias, tendo-nos preparado, subimos a Jerusalém.16Foram também connosco alguns discípulos de Cesareia, levando consigo um certo Mnáson de Chipre, discípulo antigo, em casa de quem nos devíamos hospedar.17Tendo chegado a Jerusalém, os irmãos receberam-nos com alegria.18No dia seguinte, foi Paulo connosco a casa de Tiago, onde se haviam reunido todos os anciães.19Tendo-os saudado, contou-lhes, uma por uma, todas as coisas que Deus fizera entre os gentios por seu ministério.20Eles, depois que o ouviram, glorificaram a Deus e disseram-lhe; "Bem vês, irmão, quantos milhares de Judeus são os que têm crido, e todos são zeladores da lei.21Ora eles têm ouvido dizer que tu ensinas os Judeus, que estão entre os gentios, a separarem-se de Moisés, dizendo que não circuncidem os seus filhos, nem vivam segundo os costumes (mosaicos).22Que fazer pois? Certamente ouvirão dizer que chegaste.23Faze, pois, o que te vamos dizer: Temos aqui quatro homens, ligados por um voto.24Toma-os contigo, purifica-te com eles, e faze por eles os gastos (dos sacrifícios), a fim de que rapem as cabeças. Assim saberão todos que é falso o que ouviram de ti, mas que caminhas ainda fiel à lei.25Quanto àqueles gentios que creram, nós já escrevemos, ordenando que se abstenham do que for sacrificado aos ídolos, do sangue, do sufocado e da fornicação.26Então Paulo, tomando consigo aqueles homens, depois de purificado com eles, entrou no templo, no dia seguinte, anunciando o termo dos dias da purificação, altura em que se devia fazer a oferenda por cada um deles.27Quando estavam a terminar os sete dias, os Judeus da Ásia, vendo-o no templo, amotinaram todo o povo, e lançaram-lhe as mãos, gritando:28"Israelitas, acudi! Este é aquele homem que por toda a parte ensina a todos contra o povo, contra a lei e contra este lugar, e, além disso, introduziu gentios no templo e profanou este lugar santo."29Porque tinham visto com ele, pela cidade, Trofimo de Éfeso, julgaram que Paulo o tinha introduzido no templo.30Agitou-se toda a cidade, e juntou-se o povo. Lançando mão de Paulo, arrastaram-no para fora do templo, e, imediatamente, foram fechadas as portas.31Procurando eles matá-lo, chegou aos ouvidos do tribuno da coorte que toda a Jerusalém estava amotinada.32Então ele, tendo logo tomado soldados e centuriões, correu aos sediciosos, os quais, tendo visto o tribuno e os soldados, cessaram de bater em Paulo.33Aproximando-se o tribuno, prendeu-o, mandou-o ligar com duas cadeias, e perguntou quem era e o que tinha feito.34Mas, naquela multidão, uns gritavam uma coisa, outros outra. Como, por causa do tumulto, não pudesse saber coisa alguma ao certo, mandou que o levassem à fortaleza.35Quando chegou aos degraus, tornou-se necessário que fosse levado pelos soldados, por causa da violência do povo.36Porque a multidão de povo seguia-o, gritando: "Morra!"37Estando Paulo para entrar na fortaleza, disse ao tribuno: "É me permitido dizer-te alguma coisa?" Ele respondeu-lhe: "Sabes grego?38Porventura não és tu aquele egípcio que, nos dias passados, levantaste um tumulto e levaste ao deserto quatro mil sicários?"39Paulo disse-lhe: "Sou judeu, cidadão da ilustre cidade de Tarso na Cilícia. Rogo-te que me permitas falar ao povo."40Tendo-lhe permitido, Paulo, pondo-se em pé sobre os degraus, fez sinal ao povo com a mão, e, fazendo-se grande silêncio, falou-lhes em língua hebraica, nestes termos: