SCRUTATIO

Sabato, 11 luglio 2026 - San Benedetto ( Letture di oggi)

Evangelho segundo São Marcos 6


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Biblia MariaBiblia Matos Soares
1 Depois, ele partiu dali e foi para a sua pátria, seguido de seus discípulos.1 Tendo Jesus partido dali, foi para a sua pátria; e seguiam-no os seus discípulos.
2 Quando chegou o dia de sábado, começou a ensinar na sinagoga. Muitos o ouviam e, tomados de admiração, diziam: “Donde lhe vem isso? Que sabedo­ria é essa que lhe foi dada, e como se operam por suas mãos tão grandes milagres?2 Chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga. Os seus numerosos ouvintes admiravam-se e diziam : "Donde vêm a este todas estas coisas que diz? Que sabedoria é esta que lhe foi dada? E como se operam tais maravilhas pelas suas mãos?
3 Não é ele o carpinteiro, o filho de Maria, o irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? Não vivem aqui entre nós também suas irmãs?”. E ficaram perplexos a seu respeito.3 Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? Não vivem aqui entre nós também suas irmãs?" E estavam perplexos a seu respeito.
4 Mas Jesus disse-lhes: “Um profeta só é desprezado na sua pátria, entre os seus parentes e na sua própria casa”.4 Mas Jesus dizia-lhes: "Um profeta só deixa de ser honrado na sua pátria, entre os seus parentes e na sua própria casa."
5 Não pôde fazer ali milagre algum. Curou apenas alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos.5 E não podia fazer ali milagre algum; apenas curou alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos.
6 Admirava-se ele da desconfiança deles. E, ensinando, percorria as aldeias circunvizinhas. (= Mt 10,5-15 = Lc 9,1-6 )6 E admirava-se da incredulidade deles. Depois andava ensinando pelas aldeias circunvizinhas.
7 Então, chamou os Doze e começou a enviá-los, dois a dois; e deu-lhes poder sobre os espíritos imundos.7 Chamou os doze, e começou a enviá-los dois a dois, dando-lhes poder sobre os espíritos imundos.
8 Ordenou-lhes que não levassem coisa alguma para o cami­nho, senão somente um bordão; nem pão, nem mochila, nem dinheiro no cinto;8 Ordenou-lhes que não tomassem nada para o caminho, senão sòmente um bastão; nem alforge, nem pão, nem dinheiro na cintura;
9 como calçado, unicamente sandálias, e que se não revestissem de duas túnicas.9 mas que fossem calçados de sandálias, e não levassem duas túnicas.
10 E disse-lhes: “Em qualquer casa em que entrardes, ficai nela, até vos retirardes dali.10 E dizía-Ihes: "E m qualquer casa onde entrardes, ficai nela até sairdes daquele lugar.
11 Se em algum lugar não vos receberem nem vos escutarem, saí dali e sacudi o pó dos vossos pés em testemunho contra ele”.11 Onde vos não receberem, nem vos ouvirem, retirando-vos de lá, sacudi o pó dos vossos pés em testemunho contra eles."
12 Eles partiram e pregaram a penitência.12 Tendo partido, pregavam aos povos que fizessem penitência.
13 Expeliam numerosos demônios, ungiam com óleo a muitos enfermos e os curavam. (= Mt 14,1-12 = Lc 3,19 s; 9,7s)13 Expeliam muitos demônios, ungiam com óleo muitos enfermos, e curavam-nos.
14 O rei Herodes ouviu falar de Jesus, cujo nome se tornara célebre. Dizia-se: “João Batista ressurgiu dos mortos e por isso o poder de fazer milagres opera nele”.14 Ora o rei Herodes ouviu falar de Jesus, cujo nome se tinha tornado célebre. Dizia-se: "João Batista ressuscitou de entre os mortos; é por isso que o poder de fazer milagres opera nele."
15 Uns afirmavam: “É Elias!” Diziam outros: “É um profeta como qualquer outro”.15 Outros, porém, diziam : "É Elias." E outros diziam : "É um profeta, como um dos antigos profetas."
16 Ouvindo isso, Herodes repetia: “É João, a quem mandei decapitar. Ele ressuscitou!”.16 Herodes, tendo ouvido isto, disse: "Este é aquele João, a quem eu mandei degolar, e que ressuscitou dos mortos."
17 Pois o próprio Herodes mandara prender João e acorrentá-lo no cárcere, por causa de Herodíades, mulher de seu irmão Filipe, com a qual ele se tinha casado.17 Porque Herodes tinha mandado prender João, e teve-o em ferros no cárcere por causa de Herodíades, mulher de Filipe, seu irmão, com a qual tinha casado (ilicitamente),
18 João tinha dito a Herodes: “Não te é permitido ter a mulher de teu irmão”.18 Porque João dizia a Herodes: "Não te é lícito ter a mulher de teu irmão."
19 Por isso, Herodíades o odiava e queria matá-lo, não o conseguindo, porém.19 Herodíades tinha-lhe rancor e queria fazê-lo morrer, porém não podia,
20 Pois Herodes respeitava João, sabendo que era um homem justo e santo; protegia-o e, quando o ouvia, sentia-se embaraçado. Mas, mesmo assim, de boa mente o ouvia.20 porque Herodes, sabendo que João era varão justo e santo, olhava-o com respeito, protegia-o, e, quando o ouvia, ficava muito perplexo, porém ouvia-o de boa vontade.
21 Chegou, porém, um dia favorável em que Herodes, por ocasião do seu natalício, deu um banquete aos grandes de sua corte, aos seus oficiais e aos principais da Galileia.21 Chegando um dia oportuno, Herodes, no aniversário do seu nascimento, deu um banquete aos grandes da corte, aos tribunos e aos principais da Galileia.
22 A filha de Herodíades apresentou-se e pôs-se a dançar, com grande satisfação de Herodes e dos seus convivas. Disse o rei à moça: “Pede-me o que quiseres, e eu to darei”.22 Tendo entrado na sala a filha da mesma Herodíades, dançou e agradou a Herodes e aos seus convivas. O rei disse à moça: "Pede-me o que quiseres e eu to darei."
23 E jurou-lhe: “Tudo o que me pedires te darei, ainda que seja a metade do meu reino”.23 E jurou-lhe: "Tudo o que me pedires, te darei, ainda que seja metade do meu reino."
24 Ela saiu e perguntou à sua mãe: “Que hei de pedir?”. E a mãe respondeu: “A cabeça de João Batista”.24 Ela, tendo saído, disse a sua mãe" "Que hei-de eu pedir?" Ela respondeu-lhe: "A cabeça de João Batista."
25 Tornando logo a entrar apressadamente à presença do rei, exprimiu-lhe seu desejo: “Quero que sem demora me dês a cabeça de João Batista”.25 Tornando logo a entrar apressadamente junto do rei, fez este pedido: "Quero que imediatamente me dês num prato a cabeça de João Batista."
26 O rei entristeceu-se; todavia, por causa da sua promessa e dos convivas, não quis recusar.26 O rei entristeceu-se, mas, por causa do juramento e dos convivas, não quis desgostá-la.
27 Sem tardar, enviou um carrasco com a ordem de trazer a cabeça de João. Ele foi, decapitou João no cárcere,27 Imediatamente mandou um guarda com ordem de trazer a cabeça de João. Ele foi degolá-lo no cárcere,
28 trouxe a sua cabeça num prato e a deu à moça, e esta a entregou à sua mãe.28 levou a sua cabeça num prato, deu-o à moça, e a moça a deu a sua mãe.
29 Ouvindo isso, os seus discípulos foram tomar o seu corpo e o depositaram num sepulcro. (= Mt 14,13-21 = Lc 9,10-17 = Jo 6,1-13 )29 Tendo ouvido isto os seus discípulos, foram, tomaram o seu corpo, e o depuseram num sepulcro.
30 Os apóstolos voltaram para junto de Jesus e contaram-lhe tudo o que haviam feito e ensinado.30 Tendo os Apóstolos voltado a Jesus, contaram-Ihe tudo o que tinham feito e ensinado.
31 Ele disse-lhes: “Vinde à parte, para algum lugar deserto e descansai um pouco.” Porque eram muitos os que iam e vinham e nem tinham tempo para comer.31 Ele disse-Ihes: "Vinde aparte, a um lugar solitário, e descansai um pouco." Porque eram muitos os que iam e vinham, e nem tinham tempo para comer.
32 Partiram na barca para um lugar solitário, à parte.32 Entrando pois numa barca, retiraram-se aparte, a um lugar solitário.
33 Mas viram-nos partir. Por isso, muitos deles perceberam para onde iam, e de todas as cidades acorreram a pé para o lugar aonde se dirigiam, e chegaram primeiro que eles.33 Porém viram-nos partir, e muitos souberam para onde iam, e concorreram lá, a pé, de todas as cidades, e chegaram primeiro que eles.
34 Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e compadeceu-se dela, porque era como ovelhas que não têm pastor. E começou a ensinar-lhes muitas coisas.34 Ao desembarcar, viu Jesus uma grande multidão. Teve compaixão deles, porque eram como ovelhas sem pastor, e começou a ensinar-lhes muitas coisas.
35 A hora já estava bem avançada quando se achegaram a ele os seus discípulos e disseram: “Este lugar é deserto, e já é tarde.35 Fazendo-se tarde, chegaram-se a eles seus discípulos, dizendo: "Este lugar é solitário e a hora é já adiantada;
36 Despede-os, para irem aos sítios e aldeias vizinhas a comprar algum alimento”.36 despede-os, a fim de que vão às quintas e povoados próximos e comprem alguma coisa para comer."
37 Mas ele respondeu-lhes: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Replicaram-lhe: “Iremos comprar duzentos dená­rios de pão para dar-lhes de comer?”.37 Ele respondeu-lhes: "Dai-lhes vós de comer." Eles disseram: "Iremos pois com duzentos dinheiros comprar pão para lhes darmos de comer?"
38 Ele perguntou-lhes: “Quantos pães tendes? Ide ver”. Depois de se terem informado, disseram: “Cinco, e dois peixes”.38 Jesus perguntou-lhes: "Quantos pães tendes vós? Ide ver." Depois de terem examinado, disseram-lhe: "Temos cinco, e dois peixes."
39 Ordenou-lhes que mandassem todos sentar-se, em grupos, na relva verde.39 Então mandou-lhes que os fizessem recostar a todos, em grupos, sobre a relva verde.
40 E assentaram-se em grupos de cem e de cinquenta.40 E recostaram-se em grupos de cem e de cinquenta.
41 Então, tomou os cinco pães e os dois peixes e, erguendo os olhos ao céu, abençoou-os, partiu-os e os deu a seus discípulos, para que lhos distribuíssem, e repartiu entre todos os dois peixes.41 Jesus, tomando os cinco pães e os dois peixes, elevando os olhos ao céu, abençoou e partiu os pães, e os deu a seus discípulos para que lhos servissem; igualmente repartiu por todos os dois peixes.
42 Todos comeram e ficaram fartos.42 Todos comeram e ficaram saciados.
43 Recolheram do que sobrou doze cestos cheios de pedaços, e os restos dos peixes.43 E recolheram doze cestos cheios das sobras dos pães e dos peixes.
44 Foram cinco mil os homens que haviam comido daqueles pães.44 Os que tinham comido dos pães eram cinco mil homens.
45 Imediatamente ele obrigou os seus discípulos a subirem para a barca, para que chegassem antes dele à outra margem, em frente de Betsaida, enquanto ele mesmo despedia o povo. (= Mt 14,22-33 = Jo 6,15-21 )45 Imediatamente Jesus obrigou seus discípulos a embarcar, para chegarem primeiro que ele à outra banda do lago, a Betsaida, enquanto despedia o povo,
46 E despedido que foi o povo, retirou-se ao monte para orar.46 Depois que os despediu, retirou-se a um monte a fazer oração.
47 À noite, achava-se a barca no meio do lago e ele, a sós, em terra.47 Chegada a noite, encontrava-se a barca no meio do mar, e ele só em terra.
48 Vendo-os se fatigarem em remar, sendo-lhes o vento contrário, foi ter com eles pela quarta vigília da noite, andando por cima do mar, e fez como se fosse passar ao lado deles.48 Vendo-os cansados de remar, (porque o vento lhes era contrário), cerca da quarta vigília da noite foi ter com eles, andando sobre o mar; e fez menção de passar adiante.
49 À vista de Jesus, caminhando sobre o mar, pensaram que fosse um fantasma e gritaram;49 Quando eles o viram caminhar sobre o mar, julgaram que era um fantasma e gritaram
50 pois todos o viram e se assustaram. Mas ele logo lhes falou: “Tranquilizai-vos, sou eu; não vos assusteis!”.50 porque todos o viram e se assustaram. Mas ele falou-lhes logo e disse: "Tende confiança, sou eu, não temais."
51 E subiu para a barca, junto deles, e o vento cessou. Todos se achavam tomados de um extremo pavor,51 Subiu em seguida para a barca a ir ter com eles, e o vento cessou. Ficaram extremamente estupefactos,
52 pois ainda não tinham compreendido o caso dos pães; os seus corações estavam insensíveis. (= Mt 14,34 ss)52 pois não tinham dado conta do que se tinha passado com os pães; o seu coração estava obcecado.
53 Navegaram para o outro lado e chegaram à região de Genesaré, onde aportaram.53 Tendo passado à outra banda, foram ao país de Genesaré, e lá aportaram.
54 Assim que saíram da barca, o povo o reconheceu.54 Tendo desembarcado, logo o conheceram,
55 Percorrendo toda aquela região, começaram a levar, em leitos, os que padeciam de algum mal, para o lugar onde ouviam dizer que ele se encontrava.55 e, correndo por todo aquele país, começaram a trazer-lhe todos os doentes em leitos, onde sabiam que ele estava.
56 Onde quer que ele entrasse, fosse nas aldeias ou nos povoados, ou nas cidades, punham os enfermos nas ruas e pe­diam-lhe que os deixasse tocar ao menos na orla de suas vestes. E todos os que tocavam em Jesus ficavam sãos. (= Mt 15,1-20 )56 Em qualquer lugar a que chegava, nas aldeias, nas cidades ou nas herdades, punham os enfermos no meio das praças, e pediam-lhe que os deixasse tocar ao menos a orla do seu vestido. E todos os que o tocavam ficavam sãos.