SCRUTATIO

Martedi, 7 luglio 2026 - Sant´Edda ( Letture di oggi)

Cântico dos Cânticos 6


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1O meu amado desceu ao seu jardim, ao canteiro dos balsameiros para apascentar o seu rebanho nos jardins, e para colher lírios. Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu, ele, que apascenta o seu rebanho entre os lírios.3Formosa és, amiga minha, como Tirsa, encantadora como Jerusalém, mas terrível como um exército em ordem de batalha.4Aparta os teus olhos de mim, porque eles me fascinam. Os teus cabelos são como um rebanho de cabras, suspensas nas vertentes dos montes de Galaad.5Os teus dentes são como rebanho de ovelhas, ao subir do lavadouro; cada uma leva dois cordeirinhos gémeos, e nenhuma entre elas é estéril.6Como metades de romãs, assim são as tuas faces, por detrás do teu véu.7São sessenta as rainhas, oitenta as esposas de segunda ordem, e inumeráveis as donzelas.8Porém uma só é a minha pomba, a minha perfeita: ela é a única para sua mãe, a predilecta da que lhe deu o ser. As donzelas viram-na, e proclamaram-na bem-aventurada: viram-na as rainhas e as esposas da segunda ordem, e deram-lhe muitos louvores.9Quem é esta, que vai caminhando como a aurora quando se levanta, formosa como a lua, brilhante como o sol, terrível como um exército formado em batalha?10Eu desci ao jardim das nogueiras, para ver a vegetação do vale, para examinar se a vinha tinha lançado flor, se as romãs tinham florido.11Eu não soube: a minha alma colocou-me sobre o carro de Aminadab.12Volta, volta, ó Sulamita; volta, volta, para que nós te contemplemos.