SCRUTATIO

Venerdi, 18 settembre 2026 - San Roberto Bellarmino ( Letture di oggi)

Atos dos Apóstolos 27


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SAGRADA BIBLIASacra Bibbia Garofalo
1 Logo que foi determinado que embarcássemos para a Itália, Paulo foi entregue com outros presos a um centurião da coorte Augusta, chamado Júlio.1 Appena fu deciso che avremmo fatto vela per l’Italia, si affidò Paolo e alcuni altri carcerati a un centurione chiamato Giulio, della coorte Augusta.
2 Embarcamos num navio de Adramito que devia costear as terras da Ásia, e levantamos âncora. Em nossa companhia estava Aristarco, macedônio de Tessalônica.2 Montati quindi su una nave di Adramittio, che doveva far vela per le città costiere dell’Asia Minore, salpammo in compagnia del macedone Aristarco di Tessalonica
3 No dia seguinte, fazendo escala em Sidônia, Júlio, usando de bondade com Paulo, permitiu-lhe ir ver os seus amigos e prover-se do que havia de necessário.3 e il giorno seguente approdammo a Sidone. Giulio, con un tratto di umanità verso Paolo, gli permise di andar dagli amici e di riceverne le attenzioni.
4 Dali, fazendo-nos ao mar, fomos navegando perto das costas de Chipre, por nos serem contrários os ventos.4 Salpii da lì, navigammo al riparo di Cipro, essendo contrari i venti.
5 Tendo atravessado o mar da Cilícia e da Panfília, chegamos a Mira, cidade da Lícia.5 Traversato poi il mare aperto di Cilicia e di Panfilia, arrivammo a Mira di Licia.
6 O centurião encontrou ali um navio de Alexandria, que rumava para a Itália, e fez-nos passar para ele.6 Là il centurione trovò una nave alessandrina che faceva vela per l’Italia e ci fece trasbordare.
7 Por muitos dias navegamos lentamente e com dificuldade até diante de Cnido, onde o vento não nos permitiu aportar.7 Ma, in capo a parecchi giorni di lenta navigazione che con difficoltà ci lasciò arrivare al largo di Cnido, non permettendolo il vento, navigammo al riparo di Creta al largo di Salmone,
8 Fomos então costeando ao sul da ilha de Creta, junto ao cabo Salmona. Navegando com dificuldade ao longo da costa, chegamos afinal a um lugar, a que chamam Bons Portos, perto do qual está a cidade de Lasaia.8 finché, costeggiandola con difficoltà, arrivammo a un luogo chiamato Buoni Porti, nelle vicinanze della città di Lasea.
9 Passara o tempo - já havia passado a época do jejum - e a navegação se tornava perigosa. Paulo advertiu-os:9 Trascorso ancora parecchio tempo ed essendo ormai pericolosa la navigazione, anche perché era già passata l’Espiazione, Paolo mise in guardia l’equipaggio:
10 Amigos, vejo que a navegação não se fará sem perigo e sem graves danos, não somente ao navio e à sua carga, mas ainda às nossas vidas.10 «Amici, vedo che il proseguir la navigazione può arrecar pregiudizio, anzi rovina, non solo al carico e alla nave ma anche alle nostre vite».
11 O centurião, porém, dava mais crédito ao piloto e ao mestre do que ao que Paulo dizia.11 Ma il centurione diede ascolto al timoniere e all’armatore e non alle parole di Paolo.
12 O porto era impróprio para passar o inverno, pelo que a maior parte deles foi de parecer que se retornasse ao mar, na esperança de chegar a Fenice, para passar ali o inverno, por ser esse um porto de Creta, abrigado dos ventos do sudeste e do nordeste.12 Ed essendo il porto inadatto a uno svernamento, la maggioranza decise di spiegar le vele, allo scopo di arrivare possibilmente e di svernare a Fenice, porto cretese rivolto a libeccio.
13 Soprava então brandamente o vento sul. Julgavam poder executar os seus planos. Levantaram a âncora e foram costeando de perto a ilha de Creta.13 Essendosi però levato un leggero vento del sud e credendo essi di poter sicuramente attuare il loro disegno, tolsero l’àncora e costeggiarono più da vicino Creta.
14 Mas, não muito depois, veio do lado da ilha um tufão chamado Euroaquilão.14 Non passò molto che contro la nave si scatenò un vento tifonico, quello chiamato euroaquilone.
15 Sem poder resistir à ventania, o navio foi arrebatado e deixamo-nos arrastar.15 La nave ne da investita al punto da non poter tenere la linea del vento, per cui ci lasciammo andare alla deriva.
16 Impelidos rapidamente para uma pequena ilha chamada Cauda, conseguimos, com muito esforço, recolher o batel.16 Giunti al riparo di un’isoletta chiamata Gavdos, potemmo a stento impadronirci della scialuppa di salvataggio.
17 Içaram-no e, depois, como meio de segurança, cingiram o navio com cabos. Então, temendo encalhar em Sirte, arriaram as velas e entregaram-se à mercê dos ventos.17 Issatala a bordo, ricorsero a un’altra difesa: cinsero la nave; infine, per paura di essere sbattuti sulla Gran Sirte, calarono lo zatterone. Intanto la deriva continuava.
18 No dia seguinte, sendo a tempestade ainda mais violenta, atiraram fora a carga.18 Ma poiché eravamo troppo sballottati dalla tempesta, essi, il giorno dopo, buttarono fuori bordo parte del carico,
19 No terceiro dia, atiramos para fora com as nossas próprias mãos os acessórios do navio.19 e il terzo giorno gettarono via con le loro mani l’attrezzatura della nave.
20 Ora, não aparecendo por muitos dias nem sol nem estrelas e sendo batidos por forte tempestade, tínhamos por fim perdido toda a esperança de sermos salvos.20 E poiché da diversi giorni non si vedevano né sole né stelle e c’incombeva una furiosa tempesta, ormai svanì ogni speranza di salvezza.
21 Desde muito tempo ninguém havia comido nada. Paulo levantou-se no meio deles e disse: Amigos, deveras devíeis ter-me atendido e não ter saído de Creta, e assim evitar esse perigo e essas perdas.21 A questo punto, visto che da molto si era digiuni, Paolo andò in mezzo a loro e disse: «È vero che sarebbe stato vostro dovere, amici, ascoltarmi e non salpare da Creta e così risparmiarvi questo pericolo e questo danno;
22 Agora, porém, vos admoesto a que tenhais coragem, pois não perecerá nenhum de vós, mas somente o navio.22 ma in questo momento io vi esorto a farvi coraggio, perché tra voi non ci sarà perdita alcuna di vite umane, bensì unicamente della nave.
23 Esta noite apareceu-me um anjo de Deus, a quem pertenço e a quem sirvo, o qual me disse:23 Questo perché stanotte mi è apparso un angelo del Dio a cui appartengo e al quale servo
24 Não temas, Paulo. É necessário que compareças diante de César. Deus deu-te todos os que navegam contigo.24 a dirmi: “Non temere, o Paolo: bisogna che tu compaia davanti a Cesare, e per questo motivo Iddio ti ha fatto dono di tutti i compagni di navigazione”.
25 Por isso, amigos, coragem! Eu confio em Deus que há de acontecer como me foi dito.25 Per tutto questo fatevi coraggio, amici: io ho fede in Dio che tutto avverrà come’ mi è stato detto.
26 Vamos dar a uma ilha.26 Ma è inevitabile che finiamo su una qualche isola».
27 Já estávamos na décima quarta noite, pelo mar Adriático, quando, pela meia-noite, os marinheiros pressentiram que estavam perto de alguma terra.27 Quando giunse la quattordicesima notte della nostra deriva per l’Adriatico centrale, verso la mezzanotte l’equipaggio sentì che una qualche terra si stava avvicinando.
28 Então, atirando a sonda, perceberam que a profundidade era de vinte braças. Depois, um pouco mais adiante, viram que era de quinze braças.28 Mandarono giù lo scandaglio e trovarono venti tese; poi, avanzato un altro poco, rimandarono giù lo scandaglio e trovarono quindici tese.
29 Temendo que déssemos em algum recife, lançaram quatro âncoras da popa, esperando ansiosos que amanhecesse o dia.29 Nel timore che da qualche parte si. andasse a finire sugli scogli, gettarono da poppa quattro àncore e si diedero ad aspettare bramosamente l’alba.
30 Imediatamente, os marinheiros procuraram fugir e, sob o pretexto de largar as âncoras da proa, lançaram o bote ao mar.30 Quando però i marinai cercarono di allontanarsi dalla nave e calarono in mare la scialuppa col pretesto di mollare àncore da prua,
31 Paulo disse ao centurião e aos soldados: Se estes homens não permanecerem no navio, não podereis salvar-vos.31 Paolo disse al centurione e alla truppa: «Se costoro non rimangono sulla nave, voi non potete salvarvi».
32 Os soldados cortaram, então, os cabos do bote e deixaram-no cair.32 Allora i soldati tagliarono i cavi della scialuppa e la lasciarono cadere in mare.
33 Enquanto ia amanhecendo, Paulo encorajou a todos que comessem alguma coisa, e disse: Já faz hoje catorze dias que estais em jejum, sem comer nada.33 Poco prima che spuntasse il giorno, Paolo andava incoraggiando tutti a prender cibo, dicendo: «Oggi è il quattordicesimo giorno che nell’attesa continuate il digiuno, senz’aver preso nulla.
34 Rogo-vos que comais alguma coisa, no interesse de vossa vida, porque nem um cabelo da cabeça de alguém de vós perecerá.34 Perciò vi prego di prender cibo: anche questo contribuisce alla vostra salvezza, visto che non si perderà nemmeno un capello della vostra testa».
35 Tendo dito isso, tomou do pão, pronunciou uma bênção na presença de todos e, depois de parti-lo, começou a comer.35 Dette queste parole, prese del pane, rese grazie a Dio alla presenza di tutti, lo spezzò e per primo ne mangiò.
36 Com isso, todos cobraram ânimo e puseram-se igualmente a comer.36 Allora tutti si fecero coraggio e presero cibo anch’essi.
37 No navio éramos ao todo duzentas e setenta e seis pessoas.37 Le persone a bordo erano in tutto duecentosettantasei.
38 Depois de terem comido à vontade, aliviaram o navio, atirando o trigo ao mar.38 Quando si furono soddisfatti di cibo, alleggerirono la nave buttando in mare il grano.
39 Afinal, clareou o dia. Os marinheiros não reconheceram a terra, mas viram uma enseada com uma praia, na qual tencionavam encalhar o navio, caso o pudessem.39 Fattosi giorno, non riconobbero quella terra; soltanto scorgevano un’insenatura con un lido, in cui avrebbero voluto far incagliare possibilmente la nave.
40 Levantaram as âncoras e largaram ao mesmo tempo as amarras dos lemes. Desfraldaram ao vento a vela mestra e rumaram para a praia.40 Perciò alzarono le àncore e le lasciarono ricadere in mare, mollando nello stesso tempo i tiranti dei timoni e, spiegata la vela randa di mezzana al vento, si diressero verso il lido.
41 Mas deram numa língua de terra, e o navio encalhou aí. A proa, encalhada, permanecia imóvel, ao mesmo tempo que a popa se abria com a força do mar.41 Andati a finire su una specie di istmo, mandarono la nave in secco. La prua restò immobile perché si era incagliata, mentre la poppa cominciò a sfasciarsi per la violenza dei marosi.
42 Os soldados tencionavam matar os presos, por temerem que algum deles fugisse a nado.42 I soldati concepirono il disegno di uccidere i prigionieri perché non cercassero di evadere a nuoto.
43 O centurião, porém, querendo salvar Paulo, impediu que o fizessem e ordenou que aqueles que pudessem nadar fossem os primeiros a lançar-se ao mar e alcançar a terra.43 Ma il centurione, che voleva salvar Paolo, impedì loro di attuare quel disegno. Diede anzi ordine che quelli che erano in grado di nuotare si gettassero per primi in acqua e raggiungessero la terra,
44 Os demais, uns atingiram a terra em tábuas, outros em cima dos destroços do navio. Desse modo, todos conseguiram chegar à terra, sãos e salvos.44 gli altri parte su assi, parte su qualsivoglia pezzo della nave. In questo modo tutti giunsero sani e salvi all’asciutto.