SCRUTATIO

Martedi, 7 luglio 2026 - Sant´Edda ( Letture di oggi)

I Livro dos Macabeus 12


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SAGRADA BIBLIABiblia Matos Soares
1 Jônatas aproveitou-se das circunstâncias favoráveis e escolheu alguns homens, que enviou a confirmar e renovar a amizade com os romanos.1 Jónatas, vendo que as circunstâncias lhe eram favoráveis, escolheu certos homens e enviou-os a Roma, a confirmar e renovar a amizade com os Romanos.
2 Com este mesmo objetivo enviou cartas também aos espartanos e a outros países.2 Mandou também aos Espartanos e a outros lugares cartas do mesmo teor.
3 Os embaixadores chegaram a Roma e dirigiram-se ao Senado, onde disseram: O sumo sacerdote Jônatas e o povo judeu enviaram-nos a vós para a renovação da amizade e da aliança com eles como outrora.3 Foram (os seus embaixadores) a Roma e entraram no senado, onde disseram: Jónatas, sumo sacerdote, e o povo judeu enviaram-nos aqui a renovar convosco a amizade e a aliança, como eram nos tempos passados.
4 E deram-lhes, para as autoridades locais, um salvo-conduto, recomendando que os deixassem voltar sãos e salvos à Judéia.4 (Os Romanos) deram-lhes cartas dirigidas aos (detentores da autoridade romana) de cada lugar, para eles os fazerem conduzir em paz até á Judeia.
5 Eis a cópia da carta que Jônatas escreveu aos espartanos:5 A cópia da carta, que Jónatas escreveu aos Espartanos, é a seguinte:
6 Jônatas, sumo sacerdote, o conselho da nação, os sacerdotes e todo o povo judeu, a seus irmãos espartanos, saúde!6 Jónatas, sumo sacerdote, o conselho da nação, os sacerdotes e o resto do povo judeu, aos Espartanos, seus irmãos, saúde.
7 Outrora, Onias, sumo sacerdote, recebeu de Areu, vosso rei, uma mensagem em que se dizia que éreis nossos irmãos, como o comprova a cópia, aqui anexa.7 Em tempos passados foram enviadas cartas ao sumo sacerdote Onias por Ario, que reinava sobre vós, nas quais se lia que sois nossos irmãos, como se vê pela cópia que junto.
8 Onias acolheu o enviado com honra e aceitou a carta, na qual havia referências à aliança e à amizade.8 Onias acolheu com grande honra o mensageiro enviado e recebeu (favoravelmente) as cartas onde se falava de aliança e amizade.
9 Por nosso lado, embora não tenhamos necessidade dessas vantagens, tendo para nossa consolação os livros santos, que estão em nossas mãos,9 Nós, posto que não necessitemos destas coisas, pois temos por consolação os santos livros, que estão entre nossas mãos,
10 resolvemos renovar os laços de fraternidade e de amizade convosco, com receio de que nos tornássemos estranhos a vós, porque já decorreu muito tempo após vossa passagem junto a nós.10 quisemos contudo enviar-vos mensageiros para renovar a fraternidade e a amizade, temendo não viessemos a ficar como estranhos a vosso respeito, visto ter já passado muito tempo, desde que cá mandastes (aquela embaixada).
11 Sem cessar, em toda ocasião, nas grandes festas e em outros dias solenes, nós nos lembramos de vós, nos sacrifícios que oferecemos e nas nossas preces, como é justo e conveniente pensar nos irmãos.11 Em todo o tempo sem interrupção, nos dias solenes e nos outros dias sagrados, nos lembramos de vós nos sacrifícios que oferecemos e nas nossas orações, pois é justo e razoável lembrar os irmãos.
12 Alegramo-nos com o que ouvimos dizer de vós.12 Rejubilamos com a vossa glória.
13 Quanto a nós, vivemos entre tribulações e guerras incontáveis: todos os reis que nos cercam nos têm combatido.13 Quanto a nós, têm-nos cercado grandes tribulações e várias guerras, e têm-nos invadido os reis circunvizinhos.
14 Em todas essas guerras não quisemos, todavia, ser pesados, nem a vós, nem aos outros aliados e amigos, 15. porque temos por auxílio o socorro do céu; com isso pudemos escapar aos nossos inimigos, os quais foram humilhados.14 Entretanto não quisemos ser pesados, nem a vós nem aos outros aliados e nossos amigos, em todos estes combates,
15 porque temos o socorro do céu, e fomos livres, e os nossos inimigos foram humilhados.
16 Escolhemos, pois, a Numênio, filho de Antíoco, e Antípatro, filho de Jasão, e nós os enviamos a renovar, com os romanos, a amizade e a aliança de outrora.16 Portanto escolhemos Numénio, filho de Antíoco, e Antípatro, filho de Jasão, os quais enviámos aos Romanos a renovar a antiga aliança e amizade com eles.
17 Do mesmo modo encarregamo-los de ir-vos saudar e de entregar-vos, de nossa parte, esta carta, que visa a reavivar nossa fraternidade.17 Também lhes demos ordem de ir ter convosco, a saudar-vos da nossa parte e levar-vos as nossas cartas sobre a renovação da nossa confraternidade.
18 Teríamos muito prazer em receber uma resposta vossa sobre esse assunto.18 E agora dar-nos-eis gosto, respondendo-nos a isto.
19 Eis a cópia da carta enviada outrora:19 Eis a cópia da carta enviada (por Ario) a Onias:
20 Areu, rei dos espartanos, ao sumo sacerdote Onias, saúde!20 Ario, rei dos Espartanos, ao sumo sacerdote Onias, saúde.
21 Achou-se, num escrito sobre os espartanos e os judeus, que estes povos são irmãos e descendem de Abraão.21 Achou-se aqui, num escrito sobre os Espartanos e os Judeus, que eles são irmãos e descendem de Abraão.
22 Agora que sabemos isto, faríeis bem em nos escrever, se gozais de paz;22 Agora, pois, desde que sabemos isto, fazeis bem em nos escrever acerca da vossa prosperidade.
23 nós também escrever-vos-emos. Vossos rebanhos e vossos haveres são nossos e os nossos são vossos. Enviamo-vos esta mensagem para que sejais informados disso.23 Também nós vos escreveremos. Os vossos gados e os vossos bens são nossos, e os nossos são vossos. Isto é o que ordenamos que vos seja declarado da nossa parte.
24 Soube Jônatas que os generais de Demétrio haviam voltado com tropas muito mais numerosas que anteriormente, para guerreá-lo.24 Entretanto Jónatas, tendo ouvido dizer que os generais de Demétrio haviam tornado com um exército muito maior que o anterior, para pelejar contra ele,
25 Saiu, pois, ele de Jerusalém e foi ao seu encontro no país de Amatis, sem lhes deixar tempo para invadir seu próprio país.25 partiu de Jerusalém e foi-lhes ao encontro, no país de Hamath, para não lhes dar tempo de entrarem pelas suas terras.
26 Mandou espiões ao acampamento dos inimigos; esses regressaram e lhe contaram que os inimigos se preparavam para lançar-se sobre eles durante a noite.26 Mandou espiões ao acampamento (dos inimigos), os quais, depois de voltarem avisaram que eles tinham resolvido surpreendê-los de noite.
27 Ao pôr-do-sol, ordenou Jônatas aos seus que velassem e empunhassem as armas, prontos para o combate, durante toda a noite, enquanto ele postava sentinelas ao redor de todo o acampamento.27 Logo, pois, que se pôs o sol, mandou Jónatas aos seus que vigiassem e estivessem toda a noite sobre as armas, prontos para a peleja, e dispôs sentinelas em volta do acampamento.
28 Ouvindo falar que Jônatas e seus soldados estavam prontos para o combate, os inimigos ficaram tomados de sobressalto e de pavor, e retiraram-se, acendendo fogueiras em seu acampamento.28 Os inimigos, ao saberem que Jónatas com os seus se conservavam prestes para o combate, tiveram medo, ficaram apavorados e acenderam fogos no seu acampamento.
29 Jônatas e seus companheiros viram queimar os fogos, e não perceberam nada até de manhã;29 Mas Jónatas e os que com ele estavam não deram fé da sua retirada, até pela manhã, porque viam as fogueiras acesas.
30 puseram-se então a persegui-los, mas não os apanharam, porque eles haviam atravessado o rio Eleutério.30 Então Jónatas foi atrás deles, mas não os pode apanhar, porque já tinham passado o rio Eleutero.
31 Voltou-se então Jônatas contra os árabes, chamados zabadeus, abateu-os e carregou seus despojos.31 Dali marchou Jónatas contra os Árabes, chamados Zabadeus, desbaratou-os e tomou os seus despojos.
32 Em seguida, reuniu seu exército, alcançou Damasco e percorreu toda aquela região.32 Depois reuniu a sua gente e foi a Damasco, percorrendo toda aquela região.
33 Por seu lado, Simão investiu até Ascalon, e até as fortalezas vizinhas. De lá dirigiu-se a Jope e ocupou-a, 34. porque ouvira falar que os habitantes tinham a intenção de entregar a cidadela às tropas de Demétrio. Ele colocou, pois, ali, uma guarnição para defendê-la.33 Ao mesmo tempo saiu Simão e foi até Ascalon e às fortalezas vizinhas; de lá partiu para Jope e tomou-a,
34 porque ouviu dizer que eles queriam entregar a praça aos do partido de Demétrio, e pôs ali uma guarnição para a defender.
35 De volta a Jerusalém, Jônatas convocou os anciãos do povo e tomou com eles a decisão de edificar fortalezas na Judéia,35 Regressado Jónatas (a Jerusalém) convocou os anciães do povo e resolveu com eles levantar fortalezas na Judeia,
36 de erguer muralhas em Jerusalém, e de construir um muro elevado entre a cidadela e a cidade, para separá- la desta, isolá-la completamente e impedir que ali se vendesse ou comprasse alguma coisa.36 altear os muros de Jerusalém e construir um muro de grande altura entre a fortaleza e a cidade, para a separar da cidade, de sorte que ficasse sem comunicação e se não pudesse lá comprar nem vender.
37 Formaram-se grupos para reconstruir a cidade, os quais ergueram de novo o muro da torrente do lado leste, e restauraram a parte cognominada Cafenata.37 Reunidos os operários para edificarem a cidade, desabou uma parte do muro, que estava sobre a torrente (do Cedron), da banda oriental, parte que foi restaurada com o nome de Cafenata.
38 Simão edificou Adida, em Sefela, e a muniu de portas e ferrolhos.38 Simão também edificou Adida em Sefela, fortificou-a e pôs-lhe portas e ferrolhos.
39 No entanto, Trifon planejava reinar sobre a Ásia, tomar o diadema, e levantar a mão contra o rei Antíoco.39 Trifão planejava, entretanto, fazer-se rei da Ásia, tomar o diadema e excluir o rei Antíoco.
40 Mas receava que Jônatas não o permitisse e combatesse seus esforços; por isso, procurou apoderar-se dele, para dar-lhe um fim. Partiu, pois, para Betsã.40 Temendo que Jónatas lho impedisse e lhe declarasse guerra, buscava meios de se apoderar dele e de o matar. Levantando o seu acampamento, foi para Betsan.
41 Jônatas saiu ao seu encontro e atacou Betsã com um exército de quarenta mil homens de escol.41 Jónatas marchou ao seu encontro com quarenta mil homens escolhidos, para lhe dar batalha, e avançou até Betsan.
42 Vendo que ele se aproximava com um numeroso exército, Trifon, receou lançar-lhe a mão.42 Quando Trifão viu que Jónatas tinha chegado com um grande exército, temeu lançar-lhe a mão.
43 Recebeu-o com grande honra, apresentou-o a todos os seus amigos, ofereceu-lhe presentes, e ordenou às suas tropas que lhe obedecessem, como a ele mesmo.43 Recebeu-o com honra, recomendou-o a todos os seus amigos, deu-lhe presentes e mandou a todo o seu exército que lhe obedecesse, como a ele próprio.
44 Depois disse a Jônatas: Por que fatigaste todo este povo, uma vez que não estamos em guerra?44 Depois disse a Jónatas: Por que fatigaste inutilmente todo este povo, quando nós não temos guerra um com outro?
45 Envia-os de volta a suas casas e escolhe alguns para ficarem contigo. Após isso, acompanhar-me-ás a Ptolemaida e entregarte-ei a cidade, todas as outras fortalezas, as outras tropas e todos os funcionários; feito isto, retirar-me-ei, porque foi para isso que vim.45 Manda-os, pois, agora para suas casas; escolhe (apenas) entre eles alguns que fiquem contigo e vem comigo para Ptolemaida, que eu ta entregarei com as outras fortalezas, as outras tropas e com todos os que têm a intendência dos negócios; e depois me retirarei. Com efeito, para isto é que eu vim.
46 Jônatas confiou, fez o que ele dizia, e reenviou as tropas, que regressaram à terra de Judá.46 Jónatas acreditou nele e fez o que lhe disse; Despediu as suas tropas, que voltaram para a terra de Judá.
47 Reteve todavia três mil homens, dos quais enviou dois mil à Galiléia e conservou consigo mil.47 Reteve consigo (somente) três mil homens, dos quais mandou (ainda) dois mil para a Galileia; (só) mil foram com ele.
48 Mal penetrara Jônatas em Ptolemaida, os habitantes fecharam as portas, prenderam-no, e passaram a fio da espada todos os que estavam com ele.48 Mas, logo que Jónatas entrou em Ptolemaida, os Ptolemenses fecharam as portas da cidade, prenderam-no e passaram ao fio da espada todos os que o haviam acompanhado.
49 Por sua vez, Trifon enviou à Galiléia e à grande planície um exército e cavaleiros, para esmagar os que Jônatas para lá enviara.49 Ao mesmo tempo, Trifão enviou as suas tropas e a cavalaria para a Galileia e para a grande planície, a fim de matarem todos os companheiros de Jónatas.
50 Mas estes, ouvindo dizer que Jônatas fora morto com todos os seus companheiros, encorajaram-se mutuamente e marcharam em boa ordem, prontos para o combate.50 Estes, porém, tendo subido que Jónatas fora preso e perecera com todos os que com ele estavam, uns aos outros se animaram, e saíram, em fileiras cerradas, dispostos a combater.
51 Seus perseguidores viram que eles queriam defender sua vida, e regressaram,51 Os seus perseguidores, todavia, vendo-os resolvidos a defender suas vidas, tornaram para trás.
52 enquanto os judeus entravam de novo, sãos e salvos, na terra de Judá. Choraram Jônatas e os seus e foram tomados de grande inquietude, e todo o povo caiu na desolação.52 Assim eles voltaram todos em paz para a terra de Judá. Choraram a Jónatas e aos seus companheiros, e ficaram muito receosos. Todo Israel tomou pesado luto.
53 Todos os povos circunvizinhos procuraram oprimi-los, dizendo entre si:53 Então todos os povos, que estavam ao redor deles, procuraram perdê-los, porque diziam:
54 Eles não têm ninguém para comandá-los nem para socorrê-los: é o momento de atacá-los e destruir sua lembrança dentre os homens.54 Não têm chefe nem quem os auxilie; ataquemo-los pois, agora, e apaguemos a sua memória entre os homens.