SCRUTATIO

Lunedi, 6 luglio 2026 - Santa Maria Goretti ( Letture di oggi)

Evangelho segundo São Marcos 11


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1Quando se iam aproximando de Jerusalém, nas proximidades de Betfagé e de Betânia, perto do monte das Oliveiras, enviou dois dos seus discípulos,2e disse-lhes: "Ide à aldeia, que está defronte de vós. Logo que entrardes nela, encontrareis preso um jumentinho, em que ainda não montou homem algum; soltai-o e trazei-o.3Se alguém vos disser: Porque fazeis isso? Dizei-lhe: O Senhor tem necessidade dele; e logo o deixará trazer."4Indo eles, encontraram o jumentinho preso fora da porta numa encruzilhada; e desprenderam-no.5Alguns dos que estavam ali disseram-lhes: "Que fazeis, desprendendo o jumentinho?"6Eles responderam-lhes como Jesus lhes tinha mandado, e deixaram-lho levar.7Levaram o jumentinho a Jesus, puseram sobre ele os seus mantos, e Jesus montou em cima.8Muitos estenderam os seus mantos pelo caminho, outros cortavam ramos das árvores nos campos e juncavam com eles a estrada.9Os que iam adiante, e os que seguiam atrás, clamavam, dizendo: "Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor!10Bendito o reino que vem do nosso pai David! Hosana no mais alto dos céus!"11Entrou em Jerusalém no templo, e. tendo observado tudo, como fosse já tarde, foi para Betânia com os doze.12Ao outro dia, depois que saíram de Betânia, teve fome.13Vendo ao longe uma figueira que tinha folhas, foi lá ver se encontrava nela algum fruto. Aproximando-se, nada encontrou senão folhas, porque não era tempo de figos.14Então disse à figueira: "Nunca jamais coma alguém fruto de ti." Ouviram-no os seus discípulos.15Chegaram a Jerusalém. Tendo entrado no templo, começou a lançar fora os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos banqueiros e as cadeiras dos que vendiam pombas.16E não consentia que alguém transportasse qualquer objeto pelo templo;17e os ensinava, dizendo: "Porventura não está escrito: A minha casa será chamada casa de oração para todas as gentes? (Is. 56, 7). Mas vós fizestes dela um covil de ladrões (Je. 7, 11)."18Ouvindo isto os príncipes dos sacerdotes e os escribas, procuravam o modo de o perder; porque o temiam, visto todo o povo admirar a sua doutrina.19Quando se fez tarde, saíram da cidade.20No outro dia pela manhã, ao passarem, viram a figueira seca até às raízes.21Então Pedro, recordando-se, disse-lhe: "Olha, Mestre, como se secou a figueira que amaldiçoaste."22Jesus, respondendo, disse-lhes: "Tende fé em Deus.23Em verdade vos digo que todo o que disser a este monte: Tira-te daí, e lança-te no mar, e não hesitar no seu coração, mas tiver fé de que tudo o que disser seja feito, lhe será feito.24Por isso vos digo: Tudo o que pedirdes na oração, crede que o haveis de conseguir, e que o obtereis.25Quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai-lhe, para que também vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe os vossos pecados.26Porque, se vós não perdoardes, também o vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará os vossos pecados."27Voltaram a Jerusalém. E, andando Jesus pelo templo, aproximaram-se dele os príncipes dos sacerdotes, os escribas e os anciães,28e disseram-lhe: "Com que autoridade fazes tu estas coisas? E quem te deu o direito de as fazer ?"29Jesus disse-lhes: "Eu também vos farei uma pergunta; respondei-me a ela primeiro, e eu vos direi depois com que autoridade faço estas coisas.30O batismo de João era do céu ou dos homens ? Respondei-me."31Mas eles discorriam entre si: Se respondermos que era do céu, ele dirá: Por que razão logo não crestes nele?32Responderemos que era dos homens?... Temiam o povo, porque todos tinham a João por um verdadeiro profeta.33Então responderam a Jesus : "Não sabemos." E Jesus disse-lhes: "Pois nem eu tão pouco vos direi com que autoridade faço estas coisas."