SCRUTATIO

Domenica, 12 luglio 2026 - Santa Veronica ( Letture di oggi)

II Livro dos Macabeus 10


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Biblia Matos SoaresSAGRADA BIBLIA
1 Entretanto Macabeu e os seus companheiros, graças à protecção do Senhor, recobraram o templo e a cidade,1 Sob a proteção do Senhor, Macabeu e seus companheiros retomaram o templo e a cidade.
2 demoliram os altares, que os estrangeiros, tinham levantado na praça pública, assim como os santuários (dos ídolos).2 Destruíram os altares que os estrangeiros haviam edificado na praça pública, como também os troncos sagrados.
3 Depois de terem purificado o templo, erigiram nele outro altar, e, tendo feito sair algumas faíscas de fogo de pedra, ofereceram sacrifícios, após uma interrupção de dois anos, e puseram o incenso, as lâmpadas, e os pães da proposição.3 Após terem purificado o templo, erigiram um outro altar dos perfumes; utilizaram uma pedra para tirar faíscas das quais eles se serviram para oferecer os sacrifícios, após dois anos de interrupção; queimaram o incenso, acenderam as lâmpadas e recolocaram os pães da proposição.
4 Feitas estas coisas, prostrados por terra, rogavam ao Senhor que não permitisse que tornassem a cair em tão grandes males, mas que, no caso de novamente pecarem, os castigasse com brandura e não os entregasse a homens ímpios e bárbaros.4 Feitas estas coisas, prostraram-se por terra e pediram ao Senhor que não mais os entregasse a semelhantes calamidades, mas, se recaíssem nas ofensas, que corrigisse com brandura, sem entregá-los às mãos das nações ímpias e bárbaras.
5 No dia em que o templo tinha sido profanado pelos estrangeiros, nesse mesmo foi purificado, no dia vinte e cinco do mês de Casleu.5 Foi no dia do aniversário da profanação do templo pelos estrangeiros, isto é, no dia vinte e cinco do mês de Casleu, que eles o purificaram.
6 Celebraram esta festa com alegria durante oito dias, como a dos tabernáculos, lembrando-se de que, pouco tempo antes, tinham passado a solenidade dos tabernáculos nos montes e nas cavernas, como feras.6 Prolongaram as cerimônias e os festejos por oito dias, como na ocasião da festa dos tabernáculos, recordando-se de que, pouco antes, na ocasião dessa festa, habitavam nas montanhas e nas cavernas como animais selvagens.
7 Pelo que levavam nas mãos tirsos, ramos verdes e palmas, e cantavam hinos em honra daquele que lhes tinha concedido a dita de purificar o seu templo.7 Foi assim que, levando tirsos, ramos verdejantes e palmas, cantaram hinos àquele que lhes havia concedido a dita de purificar o seu templo.
8 E, por um decreto lavrado com o acordo de todos, mandaram a toda a nação judaica que celebrasse a festa anualmente naqueles mesmos dias.8 Decretaram por um edito público a toda a nação judia, que esses mesmos dias fossem solenizados em cada ano.
9 Tal foi o fim da vida de Antíoco, chamado Epífanes.9 Acabamos de narrar as circunstâncias da morte de Antíoco, cognominado Epífanes.
10 Agora vamos falar de Eupator, filho deste ímpio Antíoco, expondo resumidamente os males que sucederam durante as guerras.10 Vamos agora proceder à narrativa dos acontecimentos sucedidos sob Antíoco Eupator, filho desse
11 Quando começou a reinar, pôs à frente dos negócios do reino um certo Lísias, que nomeou também chefe militar supremo da Celesíria e da Fenícia.11 Assim que subiu ao trono, este príncipe pôs à frente dos negócios do reino um certo Lísias, ao qual nomeou também governador militar e chefe da Celesíria e da Fenícia,
12 Porque Ptolomeu, cognominado Macron, que foi o primeiro a observar a justiça para com os judeus, principalmente por causa do injusto tratamento praticado com eles, e a tentar governá-los pacificamente,12 porque Ptolomeu, apelidado Macron, tomando a iniciativa de se mostrar justo para com os judeus, em vista da perseguição movida contra eles, procurou governá-los na paz;
13 foi acusado disto na presença de Eupator pelos seus favoritos. Ouvindo que o tratavam muitas vezes de traidor, por ter deixado Chipre, que o rei Filometor lhe tinha confiado, e passado para o partido de Antíoco Epífanes, e vendo que não podia mais exercer honrosamente o seu cargo, matou-se com veneno.13 mas, pelos favoritos do rei, ele havia sido denunciado a Eupator. Por outro lado, tachado muitas vezes de traidor, por ter deixado Chipre que lhe havia entregue Filometor e se ter posto a serviço de Antíoco Epífanes, e, em conseqüência, não podendo exercer com honra seu alto posto, envenenou-se e morreu.
14 Ora Górgias, tornado chefe militar destas regiões, tomava consigo tropas estrangeiras e aproveitava todas as ocasiões para molestar os Judeus.14 Mas Górgias, tornado comandante do exército nessas paragens, tomava consigo tropas estrangeiras e aproveitava-se de todas as ocasiões para importunar os judeus.
15 Por outra parte, os Idumeus, senhores de praças fortes, incomodavam os Judeus, recolhiam os que tinham sido expulsos de Jerusalém e buscavam ocasiões de fazer guerra (contra Judas).15 Os idumeus, senhores de várias fortalezas importantes, em combinação com ele, molestavam os judeus, acolhiam os exilados de Jerusalém, e mantinham um estado de guerra contínuo.
16 Entretanto os que andavam com Macabeu, tendo conjurado pelas suas orações o Senhor a que viesse em seu auxilio, atacaram as fortalezas dos Idumeus.16 Então Macabeu com seus companheiros atacaram as fortalezas da Iduméia, após haver rezado e invocado o auxílio de Deus.
17 Depois de vigorosos esforços, apoderaram-se daqueles lugares, rechaçaram os que combatiam sobre os muros e mataram os que se lhes puseram diante; entre todos passaram à espada não menos de vinte mil homens.17 Atacaram-nas com vigorosos esforços, apoderaram-se de todas, repeliram os que combatiam sobre as muralhas, mataram os que caíam em suas mãos e trucidaram não menos de vinte mil homens.
18 Nove mil homens, pelo menos, refugiaram-se em duas fortalezas, onde tinham tudo o que era necessário para bem se defenderem.18 Nove mil fugitivos pelo menos haviam procurado abrigo em duas fortalezas, equipadas com o necessário para agüentar um cerco.
19 Macabeu deixou, para as expugnar, Simão e José, assim como Zaqueu e os seus companheiros, em número suficiente, e marchou em pessoa para onde as necessidades mais urgentes da guerra o chamavam.19 Macabeu deixou Simão e José com Zaqueu e muitos homens, para expugná-los e dirigiu-se para onde se exigia mais a sua presença.
20 Mas os homens de Simão, levados da cobiça, foram subornados com dinheiro por alguns dos que estavam nas torres, e, tendo recebido setenta mil dracmas, deixaram escapar vários deles.20 Todavia, os companheiros de Simão, seduzidos pelo dinheiro, deixaram-se corromper por alguns dos que se achavam nas torres da cidadela, e, mediante a soma de setenta mil dracmas, deixaram escapar muitos deles.
21 Quando chegou ao conhecimento de Macabeu o que se tinha passado, reunindo os príncipes do povo, acusou aqueles homens de terem vendido seus irmãos por dinheiro, deixando escapar os seus inimigos.21 Ouvindo essas notícias, Macabeu acusou-os diante da assembléia dos chefes de terem vendido seus irmãos a troco de dinheiro, entregando os inimigos à liberdade.
22 Mandou, pois, matar esses traidores e apoderou-se imediatamente das duas fortalezas.22 Comprovada a sua traição, mandou executá-los e, em seguida, tomou conta das duas cidadelas.
23 Continuando a ser coroadas de êxito as suas empresas guerreiras, matou dentro destas duas fortalezas mais de vinte mil homens.23 Coroadas de êxito as lutas de ambos os lados, ele matou mais de vinte mil homens nas duas fortalezas.
24 Porém Timóteo, que antes tinha sido vencido pelos Judeus, levando um exército de tropas estrangeiras e reunida muita cavalaria da Ásia, foi à Judeia para se tornar senhor dela pelas armas.24 Anteriormente vencido pelos judeus, Timóteo coligou copiosas tropas estrangeiras e reuniu na Ásia uma numerosa cavalaria, indo em direção à Judéia com a intenção de conquistá-la pelas armas.
25 Ao mesmo tempo que vinha chegando, Macabeu e os seus companheiros, faziam oração ao Senhor, lançando terra sobre suas cabeças, tendo cingidos os seus rins de cilícios.25 Com a sua chegada, Macabeu e seus companheiros cobriram a cabeça com terra e cingiram os rins com sacos, em sinal de prece;
26 Prostrados junto do altar pediram a Deus que lhes fosse favorável, que se declarasse inimigo de seus inimigos e adversário de seus adversários, como promete a lei.26 em seguida, prostrados aos pés do altar, rogaram a Deus piedade para com eles, pedindo que se declarasse inimigo de seus inimigos e adversário de seus adversários, conforme a promessa formal da lei.
27 Tomadas as armas depois da oração, avançaram até muito longe da cidade e fizeram alto perto dos inimigos.27 Terminada a oração, empunharam as armas, retiraram-se para bem longe da cidade e fizeram alto diante do inimigo.
28 Aos primeiros alvores do dia, travaram batalha os dois exércitos, tendo uns, além da sua coragem, o Senhor por garantia da vitória e bom êxito das suas armas, e indo os outros ao combate movidos apenas pela sua fogosidade.28 Ao despontar a aurora, travaram combate os dois lados, contando uns com o êxito e a vitória, por causa de sua valentia e do socorro do Senhor, e os outros entregando-se ao combate, apoiados no próprio furor.
29 No maior ardor da peleja apareceram do céu aos inimigos cinco homens resplandecentes, sobre cavalos adornados de freios de ouro, que serviam de guia aos Judeus.29 No auge do combate, viram os inimigos aparecer no céu cinco magníficos guerreiros, montados em cavalos ajaezados com freios de ouro, que se colocaram à frente dos judeus.
30 Dois deles, tendo no meio de si Macabeu, cobrindo-o com suas armas, guardavam-no para que andasse sem risco da sua pessoa; lançavam dardos e raios, contra os Inimigos, que iam caindo feridos de cegueira e cheios de turbação.30 Postando Macabeu no meio deles e protegendo-o com suas armas, tornavam-no invulnerável. Ao mesmo tempo lançavam dardos e raios sobre os inimigos, cegando-os, gerando entre eles a confusão, pondo-os em desordem.
31 Foram mortos vinte mil e quinhentos homens de pé e seiscentos cavaleiros.31 Foram, pois, mortos vinte mil e quinhentos infantes e seiscentos cavaleiros.
32 Timóteo fugiu para Gazara, praça fortificada, de que era governador Quereias.32 Timóteo fugiu para uma praça muito forte, chamada Gazara, cujo comandante era Queréias.
33 Macabeu e os seus, alegres e ardorosos, sitiaram a praça durante quatro dias.33 Macabeu e os que se achavam com ele assediaram-na com ardor durante quatro dias,
34 Os que estavam dentro, confiados na força da praça, blasfemavam sem medida e proferiam palavras abomináveis.34 enquanto os que se encontravam nela não cessavam de blasfemar e injuriar, confiados em seus muros.
35 Porém, amanhecendo o dia quinto, vinte jovens dos que estavam com Macabeu, irritados no seu Interior por causa destas blasfêmias, lançaram-se corajosamente aos muros, subiram acima deles, com um ardor intrépido, matando quantos se aproximavam.35 Amanhecendo, porém, o quinto dia, um grupo de vinte jovens do exército de Macabeu, inflamado de cólera por causa dessas blasfêmias, atirou-se corajosamente à muralha e massacrou tudo o que encontrou.
36 Subindo também outros, começaram a pôr fogo às torres e às portas, e acenderam fogueiras em que queimaram vivos aqueles blasfemadores; outros despedaçaram as portas, abriram caminho, fizeram entrar o resto do exército e apoderaram-se da cidade.36 Outros subiram do mesmo modo o muro, atearam fogo às torres, acenderam fogueiras, nas quais queimaram vivos os blasfemadores; outros ainda arrombaram as portas, fizeram entrar o restante do exército e ocuparam a cidade.
37 Mataram Timóteo, que estava escondido numa cisterna; também mataram o seu irmão Quereias e Apolófanes.37 Mataram Timóteo, oculto numa cisterna, seu irmão Queréias e Apolofanes.
38 Realizada esta façanha, cantando hinos e cânticos bem-diziam ao Senhor, que tinha feito tão grandes coisas em Israel e lhes tinha dado a vitória.38 Após essa façanha, cantaram hinos e cânticos ao Senhor, que havia operado grandes prodígios em favor de Israel, concedendo-lhe a vitória.