SCRUTATIO

Sabato, 11 luglio 2026 - San Benedetto ( Letture di oggi)

Livro de Ester 2


font
Biblia MariaBiblia Matos Soares
1 Quando, pouco depois, a cólera do rei se acalmou, pensou em Vasti, no que ela tinha feito e na decisão que tinha tomado a respeito dela.1 Passadas assim estas coisas, quando a ira do rei estava já aplacada, lembrou-se ele de Vasti, do que ela tinha feito e do que tinha sofrido.
2 Então, as pessoas do séquito do rei disseram:2 Então os servos do rei e os seus ministros disseram: Busquem-se para o rei donzelas virgens e formosas;
3 “Que se procurem, para o rei, donzelas virgens e belas. Que o rei envie comissários a todas as províncias de seu reino para reunir todas as jovens virgens de belo aspecto, e trazê-las à fortaleza de Susa, no harém, sob a vigilância de Egeu, eunuco do rei e encarregado das mulheres, que providenciará às necessidades de seu toucador.3 enviem-se por todas as províncias pessoas, que escolham donzelas formosas e virgens, e tragam-nas à cidade de Susa; ponham-se na casa das mulheres, sob o cuidado do eunuco Egeu, que está encarregado de guardar as mulheres do rei, e aprontem-se-lhes todos os seus atavios e tudo o necessário para seu uso.
4 A jovem que souber agradar ao rei se tornará rainha no lugar de Vasti”. Esse parecer agradou ao rei que seguiu esse conselho.4 Aquela que entre todas mais agradar aos olhos do rei, essa será rainha em lugar de Vasti. Agradou este parecer ao rei, e mandou-lhes que fizessem conforme tinham aconselhado.
5 Ora, havia na fortaleza de Susa, um judeu chamado Mardoqueu, filho de Jair, filho de Semei, filho de Cis, da tribo de Benjamim,5 Havia na cidade de Susa um homem judeu, chamado Mardoqueu, filho de Jair, filho de Semei, filho de Cis, da linhagem de Benjamim
6 que tinha sido trazido de Jerusalém entre os cativos deportados com Jeconias, rei de Judá, por Nabucodonosor, rei da Babilônia.6 o qual linha sido deportado de Jerusalém naquele tempo em que Nabucodonosor, rei de Babilônia, tinha feito levar para esta cidade a Jeconias, rei de Judá.
7 Era o tutor de Edissa – isto é, Ester –, filha de seu tio, órfã de pai e mãe. A moça era de belo porte e agradável de aspecto; na morte de seus pais, Mardoqueu a tinha adotado por filha.*7 Tinha ele criado Edissa, filha de seu irmão, chamada por outro nome Ester, órfã de pai e mãe; era em extremo formosa e de aspecto gracioso. Depois do falecimento de seu pai e sua mãe, Mardoqueu tínha-a adoptado por filha.
8 Logo que foi publicado o edito do rei, numerosas jovens foram reunidas na fortaleza de Susa, sob a guarda de Egeu. Ester também foi levada ao palácio e posta sob a guarda de Egeu, o encarregado das mulheres.8 Tendo-se, pois, publicado por toda a parte o mandato do rei, e levando-se a Susa, segundo a sua ordem, muitas donzelas formosíssimas, que eram entregues ao eunuco Egeu, levaram-lhe também Ester entre as outras donzelas, para ser guardada com as mulheres.
9 A jovem lhe agradou e ganhou sua proteção; tanto que ele se apressou em lhe proporcionar unguentos e perfumes para seu toucador e adorno. Deu-lhe sete servas, escolhidas na casa do rei, reservando a elas o melhor aposento do harém.9 Ela agradou-lhe e achou graça aos seus olhos. Ele apressou-se a dar-lhe o necessário ao seu adorno e subsistência, assim como sete donzelas das de melhor parecer da casa do rei (para a servirem), e mandou-a com elas para o melhor aposento da casa das mulheres,
10 Ester não tinha revelado sua raça nem sua família, porque Mardoqueu lhe tinha proibido falar disso.10 Ester não lhe quis descobrir de que terra, nem de que nação era, porque Mardoqueu tinha-lhe ordenado que guardasse nisso um grande segredo.
11 Cada dia ele passeava diante do pátio do harém para ter notícias de Ester e saber como a tratavam.11 Ele todos os dias passava diante do vestíbulo da casa, onde estavam guardadas as virgens escolhidas, cuidadoso do estado em que se encontrava Ester, e desejoso de saber o que lhe aconteceria.
12 Toda jovem começava por sujeitar-se, durante doze meses, à lei das mulheres. Nesse período se purificavam durante seis meses com óleo de mirra, e nos outros seis meses com cosméticos e bálsamos em uso entre as mulheres.12 Quando chegava o tempo em que cada uma das donzelas, pela sua ordem, devia ser apresentada ao rei, depois de concluídas todas as coisas que correspondiam ao seu adorno, tinham-se passado doze meses, porquanto durante seis meses se ungiam com óleo de mirra, e durante outros seis usavam de certos unguentos e aromas.
13 Depois disso, quando chegava a vez de cada uma entrar junto ao rei, podia, ao passar do harém ao palácio, tomar consigo tudo o que queria.13 No momento de se apresentar ao rei, davam-lhe tudo quanto pedia, ao passar da habitação das mulheres à câmara do rei.
14 Admitida à tarde, se retirava pela manhã a outro palácio das mulheres, sob a guarda de Sasagaz, o eunuco do rei, posto à frente das concubinas. E não voltava mais junto ao rei, se ele não tivesse manifestado o desejo, chamando-a pelo nome.14 Á que tinha entrado à noite saia pela manhã, e dali era levada a uma outra habitação, que estava ao cuidado do eunuco Susagaz, que tinha a guarda das mulheres secundárias do rei, e não tinha a permissão de voltar de novo ao rei, a não ser que o rei a quisesse e, por seu nome, a mandasse vir.
15 Chegou a vez de Ester entrar junto ao rei. A filha de Abiail (tio desse Mardo­queu que a tinha adotado por filha) não pediu nada além do que lhe fora dado por Egeu, eunuco do rei, encarregado das mulheres. Mas ela ganhava as boas graças de todos os que a viam.15 Passado, pois, um certo tempo, estava já próximo o dia em que devia ser apresentada ao rei Ester, filha de Abiail, tio de Mardoqueu, a qual este tinha adoptado por filha. Ela não pediu nada, além do que lhe foi entregue pelo eunuco Egeu, que tinha a guarda das donzelas; mas Ester agradou aos olhos de todos os que a viram.
16 Foi levada junto ao rei Assuero, a seu palácio. Era o décimo mês (mês de Tebet), do ano sétimo do seu reinado.16 Foi, pois, levada à câmara do rei Assuero no décimo mês, chamado Tebet, no sétimo ano do seu reinado.
17 O rei a preferiu a todas as outras mulheres, e ganhou ela as graças e o favor real mais que todas as demais jovens. Tanto que o rei colocou sobre sua cabeça o diadema real e a fez rainha no lugar de Vasti.17 O rei amou-a mais do que a todas as outras mulheres, e ela achou graça e favor diante dele, mais que todas as mulheres; pôs-lhe sobre a cabeça a coroa real e constituiu-a rainha no lugar de Vasti.
18 O rei deu um grande banquete a todos os seus príncipes e a seus servos em honra de Ester; concedeu um dia de descanso a seus Estados e fez benefícios dignos de um rei.*18 E ordenou que se preparasse um banquete, magnificentíssimo para todos os seus príncipes e servidores, um banquete em honra de Ester. Concedeu alivio (de alguns tributos) a todas as províncias, e fez donativos dignos da magnificência dum tão grande príncipe.
19 Na segunda vez que reuniram as jovens, Mardoqueu se achava sentado à porta do rei.19 Enquanto pela segunda vez se buscavam e reuniam virgens, Mardoqueu estava (continuamente) junto da porta do rei.
20 Obedecendo à proibição de seu tutor, Ester não tinha revelado nem sua família, nem sua raça. Obedecia ainda a Mardoqueu, como quando estava sob a sua tutela.20 Ester, seguindo a ordem de Mardoqueu, não tinha ainda manifestado a sua pátria e nação. Ester observava tudo o que ele mandava, fazia tudo como costumava fazer, quando, sendo menina, ele a criava.
21 Naquele tempo, pois, Mardoqueu se sentava à porta do palácio. Ora, dois eunucos do rei, Gabata e Tares, guardas da entrada, cedendo ao ressentimento, pensaram levantar sua mão contra o rei.21 Naquele tempo, pois, em que Mardoqueu estava à porta do rei, mostraram-se mal contentes Bagalan e Tares, dois eunucos do rei, que eram porteiros, guardas da primeira entrada no palácio, e intentaram levantar-se contra o rei e matá-lo.
22 Mardoqueu o soube e deu parte à rainha Ester, e esta o referiu ao rei em nome de Mardoqueu.22 Isto foi sabido por Mardoqueu, o qual imediatamente deu parte à rainha Ester, e ela ao rei em nome de Mardoqueu, que lha tinha referido.
23 Examinado o assunto e reconhecido como certo, foram os dois eunucos suspensos numa forca. E se consignou o fato no Livro das Crônicas, em presença do rei.23 Fizeram-se as investigações, e averiguou-se ser verdade; ambos foram pendurados numa forca. Isto foi regislado no livro das Crônicas, na presença do rei.