SCRUTATIO

Mercoledi, 29 luglio 2026 - Santi Nazario e Celso ( Letture di oggi)

Evangelho segundo São Marcos 11


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1Jesus e seus discípulos aproximavam-se de Jerusalém e chegaram aos arredores de Betfagé e de Betânia, perto do monte das Oliveiras. Desse lugar Jesus enviou dois de seus discípulos,2dizendo-lhes: “Ide à aldeia que está defronte de vós e, logo ao entrardes nela, achareis preso um jumentinho, em que não montou ainda homem algum; desprendei-o e trazei-mo.3E se alguém vos perguntar: Que fazeis?, dizei: O Senhor precisa dele, mas daqui a pouco o devolverá”.4Indo eles, acharam o jumentinho atado fora, diante de uma porta, na curva do caminho. Iam-no desprendendo,5quando alguns dos que ali estavam perguntaram: “Ei, que estais fazendo? Por que soltais o jumentinho?”.6Responderam como Jesus lhes havia ordenado; e deixaram-no levar.7Conduziram a Jesus o jumen­tinho, cobriram-no com seus mantos, e Jesus montou nele.8Muitos estendiam seus mantos no caminho; outros cortavam ramos das árvores e espalhavam-nos, pelo chão.9Tanto os que prece­diam como os que iam atrás clamavam: “Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor!10Bendito o Reino que vai começar, o reino de Davi, nosso pai! Hosana no mais alto dos céus!”.11Jesus entrou em Jerusalém e dirigiu-se ao templo. Aí lançou os olhos para tudo o que o cercava. Depois, como já fosse tarde, voltou para Betânia com os Doze. (= Mt 21,18 s)12No outro dia, ao saírem de Betânia, Jesus teve fome.13Avistou de longe uma figueira coberta de folhas e foi ver se encontrava nela algum fruto. Aproximou-se da árvore, mas só encontrou folhas pois não era tempo de figos.14E disse à figueira: “Jamais alguém coma fruto de ti!”. E os discípulos ouviram essa maldição. (= Mt 21,12-17 = Lc 19,45 s)15Chegaram a Jerusalém e Jesus entrou no templo. E começou a expulsar os que no templo vendiam e compravam; derrubou as mesas dos trocadores de moedas e as cadeiras dos que vendiam pombas.16Não consentia que ninguém transportasse algum objeto pelo templo.17E ensinava-lhes nestes termos: “Não está porventura escrito: A minha casa será chamada casa de oração para todas as nações ( Is 56,7 )? Mas vós fizestes dela um covil de ladrões” ( Jr 7,11 ).18Os príncipes dos sacerdotes e os escribas ouviram-no e procuravam um modo de o matar. Temiam-no, porque todo o povo se admirava da sua doutrina.19Quando já era tarde, saíram da cidade. (= Mt 21,20 ss)20No dia seguinte pela manhã, ao passarem junto da figueira, viram que ela secara até a raiz.21Pedro lembrou-se do que se tinha passado na véspera e disse a Jesus: “Olha, Mestre, como secou a figueira que amaldiçoaste!”22Res­pondeu-lhes Jesus: “Tende fé em Deus.23Em verdade vos declaro: todo o que disser a este monte: Levanta-te e lança-te ao mar, se não duvidar no seu coração, mas acreditar que sucederá tudo o que disser, obterá esse milagre.24Por isso, vos digo: tudo o que pedirdes na oração, crede que o tendes recebido, e vos será dado.25E, quando vos puserdes de pé para orar, perdoai, se tiverdes algum ressentimento contra alguém, para que também vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe os vossos pecados. [26Mas se não perdoardes, tampouco vosso Pai que está nos céus vos perdoará os vossos pecados.]”. (= Mt 21,23-27 = Lc 20,1-8 )27Jesus e seus discípulos voltaram outra vez a Jerusalém. E andando Jesus pelo templo, acercaram-se dele os príncipes dos sacerdotes, os escribas e os anciãos,28e perguntaram-lhe: “Com que direito fazes isto? Quem te deu autoridade para fazer essas coisas?”.29Jesus respondeu-lhes: “Também eu vos farei uma pergunta; respondei-ma, e vos direi com que direito faço essas coisas.30O batismo de João vinha do céu ou dos homens? Respondei-me”.31E discorriam lá consigo: “Se dissermos: Do céu, ele dirá: Por que razão, pois, não crestes nele?32Se, ao contrário, dissermos: Dos homens, tememos o povo”. Com efeito, tinham medo do povo, porque todos julgavam ser João deveras um profeta.33Responde­ram a Jesus: “Não o sabemos” –. “E eu tampouco vos direi” – disse Jesus – “com que direito faço essas coisas”. (= Mt 21,33-46 = Lc 20,9-19 )